sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

O genocídio proposto pela UE na pessoa de Christian Berger


Bandeira da União Islamo-Europeia

Um: nas últimas eleições para o Parlamento Europeu, em nenhum progama eleitoral constava que Israel seria o tópico corriqueiro e recorrente da política externa da União Europeia.
Dois: se o anti-semitismo está a crescer na Europa e o islamismo está a ser abraçado é porque os políticos europeus incitam o ódio ao judeus e apregoam compaixão para com os sofridos dos árabes e muçulmanos do mundo inteiro.
Três: os europeus ainda estão convencidos da sua superioridade racial; e por este facto arrogam-se no direito de pensar que podem ditar a marcha do mundo - como vinham fazendo desde o século XV até aos meados do século XX. Pois bem, como diz um amigo “that ship has sailled”; porque desde a última década do século vinte até à data, os maometanos fizeram-nos o favor de acabar com o mito e hoje estamos todos a ser espezinhados, sufocados e catanados pelos muçulmanos de todas as facções.

terça-feira, 18 de Novembro de 2014

Cenário Imaginário: Mediação entre Boko Haram e Nigéria



Poderá o conflito entre o Boko Haram e o Governo Nigeriano ser resolvido através da mediação e resolução de conflito?
Cristina Caravaggio Giancchini tenta responder a esta questão ao apresentar um cenário imaginário onde as duas partes se sentam à mesa para negociar a solução para o seu conflito. Irão ler acerca de conceitos interessantes como BATNA e Estratégias de Mediação.

sexta-feira, 14 de Novembro de 2014

A Pseudo-Intelectual de Portugal: Raquel Varela

Raquel Varela (Fonte: Google Imagens)

Segunda-feira dia 10, enquanto esperava pelo So You Think You Can Dance da SIC, encontrei um programa chamado Barca do Inferno, cujo moderador é o comediante Nilton e porque o formato (4 mulheres) me pareceu interessante, resolvi assistir esquecendo o meu entretenimento.
O painel era composto por duas de direita: Manuela Moura Guedes e Sofia Vala Rocha; uma de esquerda: Raquel Varela; e uma pseudo-merdas que por conveniências de vária ordem é deputada pelo PS: Isabel Moreira, uma mulherzinha que só de olhar para ela é repugnate; primeiro porque sendo filha do sr. prof. dr. Adriano Moreira, um ex-ministro de Salazar, não sabe fazer a distinção entre facismo e ditadura de direita; segundo porque é uma arrogante-mirim que pensa que banalizando o sofrimento dos tatuados nos campos de concentração nazi, e seus descendentes, está a ofender todo um povo que ainda treme quando pensa em números gravados na carne; e por último é uma vendida que demonstra total desrespeito pelas raízes da sua mãe.