Tomada de Posse do Presidente Trump: o Regresso da Política do Poder


O 45º Presidente Americano tomou posse e eu gostaria de desejar ao novo POTUS todo o sucesso no seu novo mandato. O seu discurso de tomada de posse durou 10 minutes e foi um dos discursos mais poderosos que já tive o prazer de ouvir nos últimos 5 anos: marcou o início de uma nova era; e marcou o fim de uma experiência social falhada.

O Fim do Liberalismo Internacional

Em relações internacionais, o Liberalismo rejeita a Política do Poder, questiona a posição do Realismo em relação a matérias de Segurança, está obcecado pela Interdependência (tanto económica como cultural) e tem como objectivo a transferência gradual do poder do povo para as Organizações Internacionais e para as ONGs.

Pseudo-Peritos, de vários países, acusaram o Presidente Trump de ter feito uma Declaração de Guerra. A sua análise poderá estar correcta dependendo do alvo de tal declaração:

  • As Elites Esquerdistas?
  • A Globalização selvagem, que só serviu para empobrecer as pessoas?
  • O Caos, promovido por grupos de interesses especiais, para desviar a nossa atenção das suas actividades subversivas e da sua corrupção?
  • A Anarquia?

Sim, há uma possibilidade de se ter declarado guerra contra todos estes. E dado o nível de desrespeito pela lei e pela ordem que hoje testemunhamos, eu diria que a declaração foi feita em boa hora.

O Regresso da Política do Poder

Reganhar a soberania do país é imperativo. Colocar o interesse nacional acima de todas as coisas, de modo a que os interesses dos seus cidadãos sejam servidos, deveria ser o objectivo de qualquer estado. O POTUS, no seu discurso de tomada de posse, anunciou o regresso da Política do Poder e o fim do Politicamente Correcto.

Quando a Globalização começou, por volta do século XV (no período dos Descobrimentos), os países/reinos tinham fortes fronteiras físicas, muitas vezes implementavam políticas proteccionistas, e ainda que não fossem sociedades perfeitas, conseguiram vingar e criar uma incalculável fortuna. Mas, após a Segunda Grande Guerra, algumas pessoas resolveram aliar a Globalização à Utopia (amamentada pelo Socialismo) e foi aí que as nossas sociedades começaram a caminhar lentamente em direcção à erosão.

Gradualmente, o Realismo, a Política do Poder, o Neo-Realismo, o Liberalismo Económico, o Capitalismo (todos os geradores de emprego e, logo, riqueza) tornaram-se o Inimigo Nº 1; um Mal que tinha de ser erradicado. O Conservadorismo tornou-se num assalto ao Progresso, o símbolo do preconceito e da falta de iluminação. A Religião tornou-se o Ópio do Povo, um alvo a abater. A classe Académica insinuou-se na Arena Política, não para abrir a mente dos políticos mas para confundir os assuntos de modo a servir a agenda esquerdista. Os Socialistas trabalharam arduamente para formatar as mentes, para standardizar o pensamento e comportamento globais, para reconfigurar as sociedades, para arranjar um bode expiatório e destruir o continente Africano.

Por isso, o que é que a Administração Trump propõe? Certamente não oferece mudança (algo impossível de atingir, segundo a Lenny Hannah) mas sim um reboot do sistema. Reiniciar a América, e se De*s quiser o mundo Ocidental, trará Riqueza ao nosso Povo.
Durante muitas décadas enriquecemos a indústria estrangeira à custa da indústria Americana, subsidiámos os exércitos de outros países enquanto permitíamos que as nossas forças armadas atingissem a exaustão. - Presidente Trump

Por exemplo, o modelo contemporâneo de Globalização contribuiu para a aceleração das alterações climáticas; gerou altas taxas de desemprego já que os postos de trabalho foram deslocados para o estrangeiro não só por expediência política mas também por capitalismo antiético, muitas vezes levado a cabo por elementos pertencentes à Internacional Socialista – as mesmas pessoas que falam do aquecimento global de modo apocalíptico, e que inventaram a falácia do 1% vs 99%.

O Proteccionismo é Necessário

Numa altura em que a Política das Fronteiras Abertas ameaça a Segurança Nacional, em que a deslocação das fábricas esvaziou os países de emprego e apodreceu as nossas economias, é chegado o tempo para uma boa dose de proteccionismo e nacionalismo.

Em vez de entrar em pânico (e promover manifestações inúteis) a Esquerda deveria admitir que o mundo já deu uma oportunidade ao seu idealismo e agora, ao fim de 70 anos de brincar com a vida das pessoas, provou-se que falharam. Estamos presentemente a viver numa realidade fictícia já que se vive a crédito: os carros, casas, móveis, roupas, livros, aparelhos etc que possuímos não são verdadeiramente nossos, são de instituições. A Esquerda dirá que estamos melhores hoje que há 60 anos atrás, mas quando as pessoas eram donas de algo eram-no de verdade; e as pessoas só compravam coisas quando tinham dinheiro; e para ter dinheiro elas trabalhavam para atingirem os seus objectivos (não ficavam à espera da assistência social).

O Plano da Esquerda foi montado como uma Teia complexa: ao mesmo tempo que ensinou a sociedade a ser consumista, também a ensinou a ser preguiçosa e dependente do Estado; tudo enquanto girava a roda do Politicamente Correcto e Corrupto ao convencer a maioria de que abrir as fronteiras a outros países e culturas era bom; que ser tolerante para com os intolerantes era o que precisávamos para atingir a paz eterna. Mas tudo o que obtivemos foi Miséria mascarada de Paz fictícia...
Fizemos com que outros países se tornassem ricos enquanto que a riqueza, força e confiança do nosso país dissipou-se no horizonte. - Donald Trump

A Esquerda deveria recordar as palavras proferidas na UNGA de Barack Obama “Ao mesmo tempo que o mercado livre e o capitalismo aumentaram a qualidade de vida à volta do mundo, a globalização combinada com o progresso rápido e a tecnologia também enfraqueceram a posição dos trabalhadores e a sua habilidade para manter um salário decente.” (NB: comparem estas palavras com aquelas de Donald Trump, proferidas durante o Verão de 2016 “Nas economias desenvolvidas como a minha, os sindicatos têm sido minados, e muitos postos de trabalho fabris desapareceram. Muitas vezes, aqueles que mais beneficiam da globalização têm usado o seu poder político para minar ainda mais a posição dos trabalhadores.”)

Por isso, sim, declarou-se guerra...ao Idealismo, a ideologias falhadas. E preparem-se porque estamos só a começar.


[As opiniões expressadas nesta publicação são somente aquelas do(s) autor(es) e não reflectem necessariamente o ponto de vista do Dissecting Society (Grupo ao qual o Etnias pertence)]

Comentários

  1. O homem ainda agora começou a trabalhar. Vamos dar-lhe entre 6 meses a 1 ano para ver como é que ele se sai. Depois disso comentarei acerca do seu trabalho.

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