Introdução à Maior Operação de Contraterrorismo Relacionada com Portugal


De Dissecting Society (DS)

Um Banco ou é vendido ou emite participações: será que alguém se dá ao trabalho de verificar as pessoas por detrás dos accionistas ou das empresas de investimento privados que adquirem instituições bancárias? Esta semana, começaremos a discutir a complexa teia tecida por Africanos et al para vos dar uma ideia de como Grupos Terroristas infiltraram as nossas esferas empresariais, políticas e financeiras dentro do contexto da Jihad Global.

Num pequeno país do Sudoeste Europeu, o mercado financeiro foi dividido por duas principais entidades geográficas: Espanha e Angola. Poder-se-ia dizer que é mais fácil descortinar quem são as pessoas por detrás dos bancos Espanhóis, do que aquelas por detrás dos bancos Angolanos; contudo, começa a tornar-se claro que em alguns casos as pessoas que circulam entre os dois lados são exactamente as mesmas. Até agora, esta informação per se não representa qualquer problema; mas e se adicionarmos elementos do Hezbollah à equação?

Investimentos Africanos: a Origem dos Fundos

Os líderes africanos, tanto figuras políticas como militares, são vistos como tendo desviado largas somas de dinheiro (milhares de milhões de dólares), em Angola por exemplo, para comprar acções em bancos portugueses. Cada um é livre de acreditar que estes indivíduos sejam eloquentes na linguagem das oscilações de mercado, só que não são. Cada um é também livre de acreditar que contratam pessoas eloquentes na linguagem financeira, mas conhecendo uns quantos advogados portugueses (que muitas vezes estão encarregados de satisfazer todas as necessidades dos seus clientes), eu diria que há dúvida razoável para presumir o contrário.

Os políticos africanos e os Generais só estão interessados numa coisa: dinheiro. E para ter dinheiro, estão mais que dispostos a servirem de testa de ferro de elementos suspeitos. Estes Generais e as suas famílias, os políticos e suas famílias, compram apartamentos de luxo, moradias, carros e produtos premium, comem em restaurantes de cinco estrelas, e apesar de serem proprietários de imóveis ficam em hóteis quando chegam a Lisboa – este não é o comportamento de proprietários de verdade.

Não, as tais elites africanas não desejam ser accionistas nem proprietários de coisa alguma; simplesmente querem ganhar a sua comissão pelos serviços prestados (i.e. Testa de ferro) e terem a vida com que sempre sonharam enquanto cresciam nos musseques/favelas. Mas a nossa verdadeira preocupação são os indivíduos por detrás destas ditas elites: os libaneses, os iranianos, e outros elementos interessantes ligados a grupos terroristas que florescem numa área específica envolvendo Angola, a República Democrática do Congo e a Namíbia (rotulado pelo Dissecting Society como Corredor-Tríplice – o espelho da Fronteira-Tríplice da América Latina). Estes elementos são os verdadeiros donos dos fundos manuseados pelos angolanos à volta do mundo, incluíndo a maior fatia daqueles “geridos” por Isabel dos Santos (a filha do Presidente).

Fundos do Hezbollah em Instituições Financeiras

Desde o Governo de José Sócrates, Lisboa viu um aumento significativo no número de cidadãos libaneses que entram em Portugal com passaportes angolanos, moçambicanos e brasileiros. Portugal costumava ser impermeável, contudo os libaneses estudaram o país bem e aperceberam-se de que a maneira de penetrar a Lusitânia seria através das ex-colónias – daí o disparo nos números. Portugal é um lugar interessante para se estar (e com o tempo obter a nacionalidade portuguesa) porque não só é o portão para a União Europeia como também para o resto do mundo – o passaporte Português oferece acesso rápido para a maioria dos países do mundo.

Lembram-se de Abdul Rahman El-Assir? Esteve ligado ao agora defunto BPN que foi comprado pelo BIC (um banco angolano). Depois temos o BNI Europa, propriedade de libaneses, com escritórios no Marquês de Pombal (o coração da capital portuguesa); o BAI Europe, situado perto do BIC; o BANC e o Banco Atlântico Europe. O que é que a maioria destes bancos têm em comum? São angolanos, "propriedade" das elites angolanas através de testas de ferro portugueses e companhias offshores, com fundos libaneses – adquiridos ou através de lavagem de dinheiro nas ruas de angola (onde milhões de dólares em cash são transaccionados diariamente); ou através do contrabando de diamantes e de venda ilícita de armas no Corredor-Tríplice; ou ainda através de negócios de fachada “legítimos”. As nossas fontes disseram-nos que a maioria destes libaneses ou são Hezbollah ou estão-lhes ligados. Recordam-se de Amine Bakri? Ele foi um desses elementos.

Fomos também informados de que em Lisboa, aquando da produção deste relatório, cidadãos angolanos e os seus amigos libaneses telefonam a pessoas específicas para pedir dinheiro para fazer compras de toda a sorte (roupa, casas, carros etc): após efectuado o pedido, o funcionário do banco aparece com um saco contendo centenas de milhares de euros em cash para os seus “clientes”. Lavagem de dinheiro em plena luz do dia.

Pois então, os libaneses estão envolvidos. Será o seu único propósito a lavagem de dinheiro? Não. Visualizem o seguinte cenário: elementos do Hezbollah, da AQ, do ISIS e de um outro qualquer membro da Jihad Global viajam para Portugal (um país que neste momento alberga 7 células adormecidas), onde habitam debaixo do radar durante um tempo, frequentam a mesquita, trabalham numa qualquer mini-mini mercado a troco do salário mínimo ou menos (já que dinheiro não é um problema), e onde falam ou inglês macarrónico ou a sua própria língua (porque muitos não se dão ao trabalho de aprender português). Quando necessitam de seguir as suas ordens recebem instruções acerca donde ir para receber dinheiro em notas. Escusado será dizer que tudo isto envolve cidadãos portugueses (muitas vezes advogados) que estão a enriquecer à custa da mediação deste tipo de negócio.

Conclusão

Logo, do que se trata aqui exactamente? Trata-se de investir em Bancos através de indivíduos africanos para estar por dentro do sistema bancário, e usá-lo para fins duvidosos; para além do mais movem-se fundos praticamente de forma indetectável. Estão a começar por Portugal – será a França e a Itália os próximos alvos (lugares onde as tais elites angolanas vão às festas das celebridades)?

Os nossos bancos foram infiltrados por Grupos Terroristas. Quando a maior Operação de Contra-Terrorismo da história começar, iremos ver muita gente proeminente (de todas as esferas) cair por promoção, financiamento de Actos Terroristas e associação terrorista.

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[As opiniões expressadas nesta publicação são somente aquelas do(s) autor(es) e não reflectem necessariamente o ponto de vista do Dissecting Society (Grupo ao qual o Etnias pertence)]

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