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As citações que se seguem foram tiradas do livro "Countering Suicide Terrorism" do ICT:
"Islamismo é o totalitarismo do fim do século XX. Procede do fascismo e do comunismo (como ideologias), seleccionando aspectos desses dois e procurando concretizar os seus métodos de dominação. Os Islamistas moldam a tradição para servir os seus propósitos políticos, o que os leva a chocar com os muçulmanos tradicionalistas que tentam resistir a esta manipulação da religião para fins de poder político." - Prof. Khalid Duran
"Islamismo não é uma reacção do sentimento popular de perda de significado religioso, mas sim uma reacção à sensação de perda na esfera política. É a busca violenta do poder, é uma tentativa de conquistar o estado, não para reganhar a independência religiosa e, muito menos, a independência individual." - idem
"Tal como a maioria das ideologias totalitárias, o Islamismo é uma utopia. (...) É um anacrónico modo de pensar, que entra em conflito com os conceitos modernos de democracia, pluralismo e, direitos humanos." - idem
"Os Islamistas (..) recusam-se a aceitar um estado secular que coloque uma minoria não-muçulmana em pé de igualdade com um elemento da maioria muçulmana, ou que conceda à mulher os mesmos direitos gozados pelos homens." - Prof Abdul Hadi Palazzi
"O Al-Corão diz que Mohammed foi enviado como um 'admoestador', como um 'avisador', como 'alguém que clama a Deus', como 'uma luz que guia'. Mas jamais disse que ele havia sido enviado como líder político ou como um chefe de estado.
Os Islamistas, por outro lado, adoptaram a visão positiva. Mantiveram que a difusão do Islão não pode ser separada da criação daquilo que eles chamam 'O Estado Islâmico'. O papel do estudioso muçulmano é confundido com o papel do líder de um movimento político ou partido" - idem
"Os Islamistas repetem incessantemente que o Islão é religião e governo ao mesmo tempo, o que pode ser visto como o slogan do seu credo. Mas não conseguem provar que a palavra 'Islão' se refere mesmo tanto a religião como a governo. (..) Para dizer a verdade, o slogan que liga a religião à política foi forjado por Taqiyyu-d-din Ibn Taymiyyah, um estudioso que viveu durante os séculos XIII e XIV da era Cristã - e que foi condenado a prisão perpétua pelas suas inúmeras heresias." - idem
"Aqueles que repetem o slogan 'Islão é religião e governo' são as mesmas pessoas que, por exemplo, defendem sem cessar a libertação de Jerusalém das mãos dos Judeus. Mas infelizmente, para aqueles, Ibn Taymiyyah, em cujo slogan se inspiraram, nega categoricamente qualquer ligação especial entre o Islão e Jerusalém.
Ibn Taymiyyah escreveu claramente 'não há nenhum lugar santo muçulmano em Jerusalém.' No entanto, os seus seguidores dizem estar a lutar pela libertação de Jerusalém em seu nome. Este é um claro exemplo de quão confuso o Islamismo é como ideologia; e como as contradições são simplesmente ignoradas." - idem
"Enquanto muitos pesquisadores ocidentais tendem a descrever o Islamismo como a forma de 'ressurgimento' do Islão, os estudiosos muçulmanos tradicionalistas interpretam-no como um sintoma da secularização, e reforma da sua religião sob a forma de um totalitarismo ideológico moderno." - idem
(Tradução: Max Coutinho)
N.B: O Prof. Abdul Hadi Palazzi é o director do Instituto Cultural da Comunidade Islâmica Italiana, em Roma (Itália); e o Professor Khalid Duran era um professor convidado da Universidade Temple de Filadélfia.
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