Contraterrorismo: O Que Liga Trinidad & Tobago e Portugal ao Irão?


Estamos longe de terminar a Guerra contra o Terrorismo. À medida que se aproxima o prazo para a conquista do mundo da Jihad Global, podemos esperar que os Grupos Terroristas Islâmicos se tornem camaleões, que mudem as suas tácticas e que se adaptem ao novo meio ambiente de Segurança. Se realmente não queremos deixar os criminosos ganhar, há 3 países que precisam de ser seguidos de perto: Trinidad e Tobago, Portugal e Irão.

Trinidad e Tobago

Este país, o único no nosso hemisfério que sofreu uma insurreição islâmica em 1990, arrisca-se a tornar-se, segundo um colega, mais um porto seguro do ISIS/AQ devido às seguintes características:

  • Um aumento do número de cidadãos sírios/libaneses
  • Um aumento do volume de negócios sírios/libaneses
  • Um aumento do número de refugiados oriundos da Síria
  • O maior centro de recrutamento do ISIS no hemisfério ocidental (+400)

Trinidad e Tobago está a tentar combater qualquer actividade islâmica, só que os vários grupos de pressão islâmicos são muito fortes e a sua influência na esfera política é extraordinária (ex: diz-se que vários políticos estão nos bolsos do JAM e da Frente Islâmica), por isso quando o Procurador Geral (PG) – Faris al-Rawi – anunciou que iria propôr emendas ao Acto Anti-Terrorismo (Ref: limitar as viagens de Muçulmanos Locais para países considerados “estados terroristas”), logo o MOTT (Muçulmanos de Trinidad e Tobago) avisou ao PG que ele estava a trilhar um caminho perigoso. Uma ameaça velada.

Diz-se que o presente governo trini está sob controle da comunidade síria/libanesa – soa-lhes familiar? O mesmo pode ser dito de Angola e Moçambique – o que dificulta o combate a uma das maiores pragas do século XXI.

Com o JAM (Jamaat al-Muslimeen) e a Frente Islâmica de um lado e grupos Xiitas do outro, a converterem jovens negros (e mulatos) cristãos, recrutá-los e a manipularem a política a seu bel-prazer – ao colocarem dinheiro na mesa; pode-se dizer que T&T corre o risco de ser engolido pelos islamistas. Então, o que significa isto para os EUA e para a América Latina (uma região que já se encontra a perigo)?

Portugal

A palavra nas ruas é que os fundos investidos pelas elites angolanas – na economia portuguesa – provêm de grupos terroristas (tanto sunitas como xiitas). Como outrora discutido, através de Angola os libaneses/sírios obtêm autorizações de permanência e nacionalidades – que poderão ser utilizados para chegar a qualquer lugar na União Europeia.

Portugal está a ser usado tanto como um Portão como uma Lavandaria – tal como indicou a reportagem da SIC “Assalto ao Castelo” que explica como o Banco Espírito Santo lavou fundos da elite angolana (e de outros) no Dubai e além – e com o aumento de cidadãos libaneses no seu território, se nada for feito agora, será uma questão de tempo até que a Lusitânia se torne um centro de conversão e recrutamento (de jovens africanos do sexo masculino [de todas as cores], numa primeira fase). Até recentemente, Portugal tinha 3 mesquitas (duas em Lisboa e um no Porto): agora tem 10, 6 das quais estão na capital. Quem financiou estas mesquitas? Quantas mais serão financiadas? Quais o políticos que permitiram esta proliferação e em troca do quê?

Esta situação não deve continuar, de outro modo Portugal transformar-se-á numa ameaça aos interesses de segurança de Espanha – um país que até agora tem sido bem sucedido no combate ao terrorismo – de França (que assim como assim já tem problemas suficientes) e da Grã-Bretanha (com quem mantêm a aliança europeia mais antiga). Se o presente governo não resolver o problema, se o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa não abordar o tema (e continuar a promover políticas de imigração perigosas) então quem irá “salvar” Portugal?

Estará o Irão a Seguir o Exemplo Saudita?

O problema Trini começou quando a Arábia Saudita decidiu pagar bolsas a estudantes, que iam estudar para o Reino Saudita para regressarem radicalizados, e enviar Imans para pregar nas ilhas – o mesmo padrão foi encontrado na Nigéria, Somália e outros países africanos; o mesmo padrão de financiamento de mesquitas e envio de imans para pregar também foi encontrado em muitos países europeus (ex: Bélgica, Holanda, França). Poderá estar o Irão a fazer o mesmo agora?
Iremos exportar a nossa revolução para o mundo inteiro. Até que o grito “Não há outro deus senão Allah” se faça ouvir no mundo inteiro, haverá combate.
O Estabelecimento do Estado Islâmico em todo o mundo é um dos grandes objectivos da revolução. - Ayatollah Khomeini

Os libaneses/iranianos começaram a extender as suas operações para África, desde os anos 1980, para França; depois expandiram-se para a América Latina, a seguir para as Caraíbas, e agora Portugal. A realidade no terreno constitui prova suficiente de que o Plano de Khomeini está a avançar a passos largos...


(Este artigo foi escrito em cooperação com Cristina C. Giancchini)

[As opiniões expressadas nesta publicação são somente aquelas do(s) autor(es) e não reflectem necessariamente o ponto de vista do Dissecting Society (Grupo ao qual o Etnias pertence)]

Comentários

  1. Olá, Max!
    Ai se o D. Afonso Henriques pudesse regressar...
    Este país está deveras muito interessante, para os cidadãos das ex-colónias que entendem bem a cultura portuguesa, é um ai Jesus para aqui entrar e obter residência, quanto mais a cidadania: é preciso ter lata!

    Bom trabalho!

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