Governo Foi aos EUA Pedir Presença de Judeus em Portugal: WTF?


Todos sabem que em Portugal, os portugueses judeus e cristãos viviam em harmonia. Ruídos de inveja do nosso desenvolvimento, os espanhóis tramaram ardilosamente um plano para nos destruir: expulsar os judeus de Portugal em troca do casamento de Dom Manuel e a Princesa Isabel de Aragão. O rei por causa duma pussy palpitante não se apercebeu do estratagema dos espanhóis, deixou-se manobrar e Portugal nunca mais levantou a cerviz.

Agora a ministra do Turismo, Ana Mendes Godinho, durante a sua visita aos Estados Unidos da América (EUA) avistou-se com comunidades judaicas em New York, Los Angeles e São Francisco e anunciou “We want Jewish presence in Portugal”, “and we look to Jewish investment”, “The Jewish communities have had crucial roles in Portuguese history, namely Pedro Álvares Cabral, who discovered Brazil.....This is why we have created a special law to grant Portuguese nationality to descendants of Sephardic Jews, and we have been experiencing a very high demand”...

Yes, yes, yes...se estamos a falar de judeus brasileiros que por uma questão de conveniência estão a reclamar a nacionalidade portuguesa, sure thing. Mas estar-se-ão a fixar em Portugal? Dream on!

Ministra Ana M. Godinho, a verborreia contida no seu convite é uma piada de mau gosto, porque então as televisões em Portugal saúdam o Ramadam, mas não mencionam o Yom Kippur. Os canais portuguesses têm sempre muita pena das criancinhas árabes na Palestina mas não têm pena das criancinhas judias; narram os ataques do Hamas e do Hezbollah com uma certa complacência (e direi mesmo simpatia), porém a resposta de Israel é sempre narrada como desproporcional e mortífera.

Os governos de Portugal, inclusive o seu, querem que Israel abra mão do seu território (como se não houvesse uma razão histórica para os judeus reclamarem Judeia e Samaria); por isso, se quer mesmo que os judeus venham para Portugal viver e/ou investir, tem de primeiramente de reconhecer que os judeus foram expulsos para retornarem a nenhures, uma vez que os turcos tinham o Médio-Oriente ocupado e não aceitariam que os judeus retomassem o território histórico de Israel. Portanto, diga-me:

  • Portugal vai pedir desculpa aos judeus e seus descendentes pelas expulsões gratuitas, conversões forçadas e pelo auto-da-fé onde mais de 40.000 judeus foram estornicados (precisamente 400 anos antes do churrasco de Hitler) no Terreiro do Paço? 
  • As escolas portuguesas irão ter uma secção Kashrut para os alunos judeus?
  • O cerne dos costumes e hábitos judeus irão ser respeitados?
  • Haverá uma directiva do ministério do turismo para que restaurantes e hotéis tenham duas secções distintas para processamento da carne de vaca e de porco?
  • A alheira, herança judaica em Portugal, será somente o enchido que for feito de carne de aves; se contiver outras carnes terá de charmar-se outra coisa que não alheira?

Pronto, a ministra já deve estar a pensar “Se pedirmos desculpa aos judeus, teremos de pedir aos negros e aos ciganos”; pois que seja, senhora ministra, acabe com o estigma do mal - ainda que simbolicamente. A ministra Ana M. Godinho de certo sabe que em Portugal temos uma comunidade judaica que nem sequer é respeitada, e agora quer que ainda venham mais judeus para quê?

Se a Internacional Socialista e seus lacaios (judeus execráveis de esquerda) pensam que servindo-se do truque barato de oferecer nacionalidades que mais soam a “voltem, estão perdoados”, vai ajudar o Irão e alguns países árabes a dizimar Israel: pensem outra vez...

A flexibilidade e o relativismo são apanágio da esquerda internacional, e os povos perderam o orgulho do que é ser nacional de um determinado pedaço de terra. A esquerda internacional conseguiu dessensibilizar as mentes e os sentimentos pois, pasme-se, que em Portugal um alto magistrado pode estar ao serviço do estado português sendo portador de uma segunda nacionalidade: onde mora a lealdade?

Portanto, so, et pourtant, quindi, por lo tanto, deixem de tentar aliciar os judeus com outras nacionalidades visto que os judeus têm país do qual jamais prescindirão. Para além do mais, os judeus da diáspora sabem que se forem novamente assediados, abusados e discriminados, desta vez, têm uma pátria para onde retornar - que apesar de ser um pouco trabalhosa, eventualmente manará leite e mel para cada filho de Israel.

Ruídos a parte, desta vez Israel está pronto para o que der e vier e prevalecerá doa a quem doer.

Até para a semana

P.S. Primeiro os tais 'Palestinianos' eram descendentes da prostituta de Jericó, agora são canaanitas. Um destes dias serão judeus resultantes da violação de uma mãe judia por um pai egípcio, saudita, fenício, sirio e iraquiano: c'est du n'importe quoi! 

(Imagem: Armas de Manuel I de Portugal - Wikipedia)

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Comentários

  1. Olá Lenny,

    Ora, ora, ora...agora querem-nos em Portugal? Thanks but no thanks. A sair de um país da Diáspora, um Judeu (digno desse nome) não vai para outro país do Galut; lo...nós vamos para Israel, a nossa verdadeira casa; e levamos os nossos fundos connosco. Vamos investir lá.

    Se eu tenho passaporte Americano, para que quero eu o Português? Tenho mais benefícios com o passaporte Americano.

    Portugal se alguma vez quiser fazer parte dos grandes, verdadeiramente (não esta fantochada promovida pela Internacional Socialista - que hoje dá amanhã tira), então que faça que um Mea Culpa público. Aí voltará a ter momentos áureos sem precisar de mendigar fundos e presença judaica nos outros países (como se não houvesse Judeus em Portugal).

    Bom trabalho, minha cara!

    Beijocas

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  2. Espera aí, mana, mas eu pensei que havia judeus na tuga? Estou errado? Se há porque precisam de ir à américa buscar judeus? Xiii, isso tá a ficar esquisito aí, a sério! Entretanto, se a metrópole quiser pedir desculpa a todos nós, tá nice!

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  3. Boas perguntas que aqui foram feitas. Portugal sempre teve vergonha dos seus judeus e agora quer importar outros da América, porquê? Os de lá são melhores que os de cá? Ou será que estamos a ficar espertos e a fazer Aliyah? De qualquer maneira, não acho que deva apoiar esta empreitada e francamente acho estranho o líder da comunidade israelita de Lisboa ter-se deslocado com a ministra a NYC.

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  4. Tenho reservas quanto a este plano. E tenho algumas perguntas: quem teve esta ideia? Sim, porque há anos que portugal tem judeus e nunca quis fazer nada deles. Eles até descobrem muitas coisas e essas descobertas são feitas em nome de goyim, que depois recebem o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido! Isto é justo? Não. E agora querem trazer as mentes brilhantes de nova iorque para cá? Olhem que esses não vão aceitar esta ofensa! Mas pronto se calhar até era bom para mudar as coisas? Shabbat Shalom vePurim Sameach

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  5. Ao menos foram sinceros: só querem o nosso dinheiro!

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