Similaridades Entre ISIL, Cúpula Angolana e Assistentes Sociais



O mundo não muda porque todos aprendemos pela mesma cartilha e, teimamos em manter direitinho todos os preceitos apreendidos, mesmo que o conteúdo do compêndio seja o mais inconclusivo possível. Os criminosos lêem a história romana para implementar as suas manobras subversivas; os homens de negócios citam Sun Tzu para executar as suas estratégias; as assistentes sociais, ai coitadas, regem-se pela nulidade.

Seria de esperar que as tácticas dos generais romanos e a sabedoria de Sun Tzu aliadas ao avanço tecnológico produzisse uma transmutação intelectual; contudo a estreiteza do saber per se é equivalente à história de um melro que na Primavera, a horas precisas, enquanto faz a sua fala, agracia diariamente com a sua presença um determinado local, onde debica o chão, põe-se em cima dum muro, pendura-se nos ramos dum arbusto e tal como chegou, vai-se embora. E se se perguntasse:

  • De onde vem o melro?
  • Que quer ele naquele espaço se nem sequer lhe dão migalhas?
  • Que estará ele a articular?
  • Estará inserido num bando, ou é um ser solitário?
  • Para onde parte o melro; onde pernoitará?
  • Se desaparecer, ficará na memória ou nos sentidos?

Este pequeno intróito serve para ilustrar uma questão bastante pertinente: diz-se que a maioria dos adolescentes ditos angolanos (entre 15 e 19 anos de idade) não nasceram no território e que são filhos da cúpula do MPLA e seus acólitos, de multimilionários corruptos e de gente tacanha; por outro lado, os estrangeiros que são enviados para Angola têm os seus filhos nas melhores clínicas angolanas.

  • Os angolanos têm os seus meninos de todas as nacionalidades, por uma questão estratégico-financeira. Aparentemente, os dinheiros que desapareceram do BESA e dos cofres Angolanos estão enterrados algures e na hora certa serão desenterrados e distribuídos pelos cidadãos desses locais, que outra coisa não são que os filhos dos grandes corruptos de Angola.
  • Os estrangeiros nascidos em Angola através do direito de solo, poderão mais tarde adquirir a nacionalidade angolana e assim poderão exercer qualquer actividade no seu “país” sem grandes problemas burocráticos, desde que se aliem ao establishment - i.e. Generais e Cª limitada.
  • Diz-se que neste momento muitos libaneses contraíram matrimónio com angolanas  fizeram-lhes filhos e mandaram-nas para o Líbano para que os meninos recebam educação muçulmana-libanesa - estes futuros árabe-angolanos voltarão ao seu país de origem uns homens transformados. 
  • O ISIL envia para o mundo inteiro os seus assassinos que à pala da taquia vão casar-se com as raparigas locais para parir pequenos turras que na hora exacta serão activados para causar uma destruição massiva nos locais que não lhes estejam submetidos.

As assistentes sociais em Portugal são uma piada. Aliás, estão em consonância com as suas congéneres inglesas, mas estão a anos luz das as suas homólogas norte-americanas que, embora não sejam perfeitas, se pautam pela coerência. Em Portugal, uma assistente social é um funcionário público sem qualquer capacidade para lutar pelas pessoas que lhe são distribuídas. São pessoas sem formação no foro social, não tratam os assuntos no seu todo; quando têm de avaliar situações relacionadas com gente desfavorecida ou fragilizada, doentes crónicos, velhinhos e menores em situação de risco, assumem uma posição de arrogância própria de idiotas.

Não importam onde estejam colocadas: Misericórdias, Cáritas e/ou Juntas de freguesia; este pessoal não é capaz de lutar pelos seus “clientes”, antes pelo contrário, são as primeiras a levantar obstáculos às pessoas como se a sua missão por natureza não fosse massacrar o seus superiores com ideias até obterem uma solução satisfatória para quem as busca, e as vê como a sua tábua de salvação.

  • Como é possível existirem assistentes sociais indiferentes?
  • Como pode uma assistente social arrancar uma criança do seu lar ainda que merdoso para a entregar ao terror da violação sexual e abusos físicos?
  • Como se faz a triagem dessas instituições de acolhimento de menores e de idosos?
  • Como e por quantas pessoas são tomadas as decisões de desenraizar as crianças? 
  • Quem está nessas reuniões para defender os verdadeiros interesses das crianças?
  • Quando as crianças estão em risco, porque razão o primeiro porto de abrigo não são os familiares?
  • Quem é o responsável pela venda das crianças para instituições dúbias? Quem ganha com o sofrimento das crianças nas mãos de estranhos?    
  • Quem controla o lado negro dos negócios da assistência social em Portugal?

O que há de comum entre o MPLA, o ISIL e as Assistentes Sociais: Corrupção e morte.

Até para a semana


(Image: Crianças em Festa [Ed] - Google Images)

[As opiniões expressadas nesta publicação são somente aquelas do(s) autor(es) e não reflectem necessariamente o ponto de vista do Dissecting Society (Grupo ao qual o Etnias pertence)]

Comentários

  1. Mana, estão a fazer o mesmo aqui em Moza esses libaneses! O pior é que com eles vêm mesquitas a cada 10 km da estrada, não estamos nada contentes com isso. Os nossos governantes estão a vender-nos, lenny. Portugal e a europa que abra o olho pois estão a ser usados para lavar dinheiro, passar pessoas e droga. Bom texto, mana!

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    1. Olá, Carlitos!
      Os libaneses? Os tais que têm livre acesso aos dados pessoais dos cidadãos moçambicanos, a pala da feitura dos passaportes e BI biométricos? Moçambique está lixado; amanhã és capaz de ter alguém com os teus dados a cometer um acto de terrorismo algures e depois o teu nome irá para a lista da polícia internacional.
      Portugal e a Europa estão bem felizes em ser a lavandaria dos árabes, em ser o calvário de carne humana traficada de várias partes do mundo, em ser um entreposto de drogas vindas do Paquistão e Afeganistão e em transformar-se em Meca II, será bom para o turismo muçulmano: assim é a esquerda internacional.

      Aquele abraço, resistente de Moza

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  2. Olá Lenny,

    Não faço comentários quanto a assistentes sociais porque me parece que o sector esteja em crise e não tenho suficientes dados para emitir uma opinião informada.

    Quanto a Angola e ao ISIS: acho que há uma relação entre os dois ainda mais perigosa do que se possa imaginar. Mas pergunto-me se esta "obsessão" libanesa em fazer filhos com africanos não fará parte do plano para Islamizar África? Aí teríamos todos de estar bem atentos e seguir a juventude de perto.

    Bom trabalho, querida.

    Beijocas

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    1. Olá, Max!
      Não o faças, porque moi...j'accuse essa classe negligente.
      Claro que o plano é islamizar África e só o africano burro aceitará trocar a liberdade religiosa e de costumes por um encarceramento politico-religioso.
      Tenho esperança que tudo se esfumará, quando as mulheres se aperceberem que nunca mais poderão ir livremente vender na praça.

      Boa semana de trabalho

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  3. Parece-me que o Ayatollah Khomenei e a sua cúpula tenham arranjado uma bela maneira de reproduzir Jihadistas para tomar África de assalto: enviar os seus operacionais para o continente, fazerem filhotes com as africanas - que depois são enviadas para o líbano para receberem 'educação islâmica' - filhotes esses que coleccionam nacionalidades como se fossem cromos. לאפריקה ולפורטוגל יש בעיה
    Shabbat Shalom!

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    1. כריסטינה, אני מסכימה שלכלנו יש בעיה גדול דגול.

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    2. Olá, CCG!
      Pronto, percebeste tudo muito bem, é exactamente esse o plano. Não é bonito?

      Boa semana de trabalho, querida.

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  4. Xii será que estão a fazer o mesmo em moçambique? Se te contasse quantas casam com essa gente lá. Outras nem casam mas fazem filhos com eles, e se eles forem um dia buscar os miúdos? Isso é um problema!!

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    1. Olá, Leila!
      Claro que estão a fazer o mesmo em Moçambique; até os angolanos corruptos estão a "deslocalizar-se" para a terra do Mussa e do Biqa: cuidado estas coisas pegam-se; yah?
      Após anos e anos de filmes a retratarem histórias reais de muçulmanos que se casam com não muçulmanas, e depois quando se aborrecem por alguma razão, raptam os filhos e nunca mais ninguém os vê: só se casa com essa gente quem está desesperada ou quem é mesmo burra elevado a idiota, faz as contas.

      Estimei ver-te por aqui, resistente de Moza

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