A Imputabilidade da Grande Media: Para Quando?


Quando é que a Media vai ser responsabilizada pela desestabilização que ela causa à volta do mundo?
Está-se a tornar cada vez mais óbvio que a maioria dos meios de comunicação sofre de um grave problema: megalomania política.

Os meios de comunicação acreditam serem detentores de um poder tal que acham que podem fazer o que quiserem em total impunidade. A maioria dos repórteres, apresentadores e produtores etc já não se esforça por transmitir as notícias; eles já não partilham a verdade, não expõem a corrupção, não lutam por um mundo melhor; pelo contrário, eles mentem, manipulam os factos, subvertem valores, coagem políticos, fazem política, traem os interesses nacionais, roubam a soberania do povo, instigam o caos – tudo em nome do sensacionalismo (baseado na velha ganância).

Chamemos as coisas pelos seus nomes: a grande media é, na sua maioria, esquerdista e acha que tem uma missão ideológica a cumprir.
Claro, seria mais fácil para qualquer um de nós culpar os jornalistas e os repórteres, enquanto classe profissional, contudo a verdade é que nem todos eles são agentes políticos radicais: muitos deles, na realidade, são encostados à parede porque se agirem de acordo com o seu sentido de ética, são despedidos.

“Tinha acabado de dar uma entrevista sobre o conflito no Afeganistão nos estúdios de uma grande companhia de radiodifusão internacional em Londres. Saí do estúdio e fui abordado no corredor por um correspondente do Médio Oriente proeminente da radiodifusora, que me disse 'Quero falar consigo acerca do que disse de Israel'. Eu disse 'Eu não estava a falar de Israel mas sim do Afeganistão', ao que ele respondeu 'Não, mas eu quero falar consigo acerca do que o senhor diz de Israel'. 'Então diga' disse eu esperando o pior. 'Eu concordo com tudo o que o senhor diz,' disse ele; 'Então porque é que não o diz abertamente?' 'Porque seria despedido!' respondeu ele.” - Coronel Richard Kemp in The Amoral Revolution in Western Values and its impact on Israel

Isto é grave. E isto acontece mais do que se pensa. Felizmente, alguns profissionais já se estão a insurgir contra este tipo de chantagem (e.g. Matti Friedman).

Já todos vimos os sinais de mau agoiro: tudo começou com o redireccionar da atenção da audiência para temas específicos, depois continuou com a subversão de valores, e acabará na criação de leis (se não fizermos algo para os impedir).
Quem é esta gente que pensa ter o direito de nos dizer de quem devemos gostar ou odiar? Quem são estes pequenos que nos tratam (a nós, os seus financiadores) como idiotas? Quem são estas criaturas que decidiram ser os deuses do relativismo moral e criadores de uma nova moralidade? Quem são estes monstros que participam no incitamento contra outros, que sem vergonha nenhuma praticam o anti-semitismo com a benção dos nossos bolsos?

Já todos vimos os exemplos do comportamento nefasto da Media: o Conflito Árabe-Israelita (onde os factos são distorcidos, a audiência é enganada, os terroristas são vitimizados e absolvidos, onde se incita contra os judeus, e tudo sem se sofrer as devidas consequências); os Debates das Primárias Republicanas, nos EUA (onde recentemente se fizeram perguntas irrelevantes, se interromperam os candidatos a meio de respostas esclarecedoras, e onde se demonstrou a sua posição anti-conservadora e a sua agressão); a cobertura de assuntos raciais na América (de modo a instigar mais ódios do que a aplacá-los); a cobertura da crise migratória na Europa (para nos forçar a simpatizarmos com um grupo específico de indivíduos ao mesmo tempo que a cultura e valores europeus estão sob assalto) e o absoluto silêncio no que toca a assuntos mais trágicos em África, Ásia e América Latina.

Basta, as pessoas sensatas têm de se unir e pôr um cobro a isto. A mass media hodierna não quer mais informar as pessoas, quer fazer-lhes uma lavagem cerebral. Há claramente, uma necessidade urgente de fazer um reset (através das leis do mercado).
Eu sei, muitos de vós pensais que talvez esteja louca por propôr tal revolução; mas é possível pôr um travão nesta loucura toda com um pouco de paciência, muito planeamento e organização.

Estamos fartos deste tipo de jornalismo ordinário que carece de ética e profissionalismo. Estamos fartos de propaganda esquerdista à la Nationalsozialismus (Nacional Socialismo = Nazismo).

Comentários

  1. Ó max, seria bom seria se eles pagassem pelos seus crimes! Mas não pagam, minha cara. Gostei de ler, já tinha saudades vossas.

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    Respostas
    1. Olá Maria Jô :D!

      Como está? Há muito que não a víamos por aqui :).
      Seria, não seria? Vamos lá ver...talvez um dia.

      Tive muito gosto em vê-la por cá. Não ande tanto tempo desaparecida :D. Obrigada pela visita.

      Um abraço

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