O Mundo Decidiu Odiar os Judeus Gratuitamente. O Que Fazer?



Ainda não compreendi como é que um povo tão pequeno pode ser vexado por toda a humanidade, sem excepção, e numa escala sem precedentes. Logo, não vou estar aqui com rodeios: definitivamente os judeus são um povo odiado; e agora?

Uns dizem que uma das causas é o facto dos judeus serem gananciosos e controlarem as finanças do mundo inteiro.
Hum... talvez. Excepto na China, Índia (ambos são 38% da população mundial), Paquistão, Rússia, Indonésia, Nigéria, Japão etc etc.....

Outros dizem que é porque, no pós-última grande guerra, os judeus esmifraram o mundo com pedidos de indemnizações.
Ah, estou a ver! Então era suposto os bancos suíços não devolverem os depósitos às famílias daqueles que foram assados nos fornos de Aushwitz, Belzec, Majdanek, Sobibór, Treblinka, Jasenovac e Chelmno?

Outros sustentam que devido à estupidez de um lunático apoiado pelo povo alemão, a Alemanha foi obrigada a indemnizar os países que atacou.
Pois, coitada, não é? Ainda que os nazi tenham arrancado couro e cabelo, pele para abat-jours, dentes de ouro para derreter e aumentar as reservas alemãs, se apropriado de livros e propriedade intelectual por publicar, sonegado arte alheia e despojado os prisioneiros da sua dignidade, aquele país não deveria ter tido que devolver o espólio aos sobreviventes e seus familiares, pois as atrocidades ainda que tivessem sido cometidas insidiosamente contra a etnia judaica, quer queiramos ou não, eles eram parte integrante das nações que haviam sido ressarcidas.

Outros dizem ainda que eles só se importam consigo mesmo.
Estou a perceber! Quer dizer:
  • Após terem sido desenraízados do seu país e escravizados por Roma e outros domínios (com a permissão de Deus) 
  • Depois de no século XV terem sido escurraçados da Europa por pura inveja; e massacrados em vários pogroms (Rússia imperial, século XIX; Polónia, século XIX ; Irlanda, 1904; Gales, 1911; Argentina, 1919; Hebron, 1929; Iraque, 1941; Aleppo, Aden britânico, entre 1945-47, sob o Mandato Inglês; Tripolitania, 1947; na colónia francesa Marrocos em Oujda e Jerada; Guerra civíl entre judeus e árabes, 1947-48)
  • Após terem sido quase impedidos de se fixarem na sua terra natal pelos colaboradores de Hitler (árabes na pessoa do Mufti de Jerusálem)
  • Depois de testemunharem a redução do seu território ao mínimo histórico pela mão dos americanos e dos ingleses (tudo para terem acesso ao petróleo árabe)
  •  Após os russos terem inventado os palestinianos e encarregado o terrorista egípcio, Yasser Arafat, de encetar sequestros de aviões, de assassinar atletas israelistas em Munchen 1972 e civis israelistas...
...Naturalmente que os judeus só tinham que engolir e calar!
Segundo os insidiosos, mesmo por uma questão de sobrevivência, este povo jamais deveria ter tido a prerrogativa de excluir os outros e confiar somente em si próprio, jamais deveria ter tido o direito de fazer da união a sua força; mas sobretudo, jamais deveria ter tido espaço de manobra para criar um País/Estado Judaico para si, na sua terra natal (i.e Israel no seu todo).

Ainda há outros que dizem que os judeus se armam sempre em vítimas.
Sim, porque apesar das porradas, massacres, estorricadelas gratuítas, eles deveriam despir-se de qualquer direito reivindicativo sobre aquele território e simplesmente entregá-lo aos árabes na Palestina (descrição de Nasser, líder egípcio). Deveriam também aceitar viver sob a alçada do Hamas e da OLP- vulgo AP, pois os que professam o judaísmo são europeus, são um pouco de tudo menos cidadãos do Médio-Oriente - e verdade seja dita, a Europa e os EUA concordam com os árabes.
O actor e realizador Mel Gibson deixou-se enredar pela política (na certa, coisas de dinheiro com um agente ou financiador judeu) e perdido de bêbado declarou que os judeus eram a fonte de todos os problemas: quais, pergunto eu? Ninguém me responde direito, só me dizem invariavelmente “ah... tu sabes”...mas não, não sei.

A única coisa que sei é que os judeus são “presos por terem cão e presos por não terem um”:
  • Quando um árabe esfaqueia congregantes numa sinagoga é um acto de desespero porque os judeus estão a ocupar Israel, a "terra indígena" dos árabes na Palestina - logo é compreensível e justificado
  • Quando o Hamas provoca guerras é justificado, pois é uma luta pela libertação de território ocupado pelos judeus
  • Quando os árabes decidem atacar os judeus só por capricho, é um acto de fé porque os judeus além de hereges estão a oprimir os pobres árabes na Palestina.
  • Quando ao árabes decidiram espancar e matar 3 miúdos judeus, que vinham da escola, foi um acto de resistência porque os judeus estão a ocupar território árabe em Israel; quando os rapazes árabes desacatam a autoridade e levam com balas de borracha, ou mesmo com balas verdadeiras, a culpa é do Shin Bet, símbolo do usurpador e ocupador.

Sei também que a culpa é dos sucessivos governos de Israel...
Mesmo sabendo quais são as fronteiras do seu país, já que estas estão bem delimitadas na Bíblia Sagrada; continuam a agir como se fossem os eternos escravos dos europeus e dos americanos. Mas pergunto, que tal criarem um par deles e tomarem/anexarem a sua terra? Que irá o mundo fazer? Sanções? Como disse o Cristiano Ronaldo (um português sem medes) á CNN: “Bullshit”!
Eu posso garantir que Israel não passaria fome, nem perderia uma guerra, nem diminuiria o seu PIB; se a comunidade internacional se alinhasse pelo mesmo diapasão contra Israel, talvez a esquerda maléfica em Israel se atirasse ao mar porque não teria como manifestar a sua idiotice perante os estrangeiros, nem teria material quimérico para embalar os árabes na Palestina.

Sei que se o Estado de Israel anexasse o que lhe é devido:
  • Os juízes árabes que, com a conivência da esquerda israelita, não respeitam os símbolos nacionais, mas querem gozar das benesses judaicas, partirão para uma das nações Árabes
  • Os ditos parlamentares israelo-árabes teriam que pensar duas vezes antes de se meterem à besta durante os conflitos com os árabes na Palestina
  • Os jovens árabes, que beneficiam do sistema de saúde e educação em Israel, teriam que pensar seriamente se prefeririam continuar com intifadas contraproducentes, e serem forçados a imigrar para a Jordânia, ou se desejariam continuar com as benesses e sem ódios deslocados para prosperarem na terra que os viu nascer.
Sei que se anexassem a Judeia (terra de judeus) e Samaria, cada vez que o ódio latente na extrema direita Judaica se manifestasse sob a forma de um ataque vil a cidadãos árabes: já sem a desculpa dos territórios disputados, o mundo saberia que em todo o território israelita a justiça iria ser servida, sem necessidade de converseta parva por parte dos políticos israelitas e sem compaixões abomináveis por parte da comunidade internacional e da Media facciosa.
Num estado de direito que se preze tanto se chora por uma criança branca, preta, misturada, como por uma cristã, muçulmana, judia, árabe, indiana ou paquistanesa, porque essa é um ser humano independentemente da sua condição social, religiosa e racial.

A vida humana, e a sua consequente perda, não deveria servir de pedra de arremesso político.
Principalmente, quando é tão facilmente manipulável em jovens e crianças. A tragédia exige reflexão e contenção, os gritos desvairados, os incitamentos ocos e a diplomacia ruidosa à la minute são altamente desaconselhados pois são um rastilho para mais violência.
Os jovens árabes devem compenetrar-se de que há jovens judeus tão virulentos quanto eles, e que se se deixarem manobrar para o mal, mais vidas serão ceifadas de ambos os lados.

A comunidade internacional e a Media bacoca devem perder o hábito da parcialidade desgastante.
Até porque os brown Arab boys não são tão inocentes, nem tão desafortunados, nem tão oprimidos quanto querem dar a entender; e essa faceta da diplomacia do coitadinho vai despertar, nos jovens judeus, o monstro da hediondez que até à data tem sido controlado pelas autoridades israelistas: mas até quando?
Os jovens israelistas não conhecem outra terra e é certamente seu desejo querer viver e morrer em Israel; e se o mundo pensa que os pode demonizar e simultaneamente apaziguar os jovens árabes na Palestina, pois bem: os líderes da comunidade internacional que adoram aparecer e abrir a boca para dizer du n'importe quoi (como culpar Israel por tudo e por nada) estão a despertar o vulcão adormecido e a provocar explosões de consequências inimagináveis nos jovens radicais judeus.

O povo judeu, quer se goste ou não, foi escolhido por Deus.
Este facto, por si só, é motivo de orgulho para qualquer judeu. Mas é também quase um sufoco porque o mundo, na sua pequenez e tacanhez, irá sempre inventar motivos para dizimar e finalmente aniquilar os judeus da face da terra.
Contudo, faço uma pergunta: vão os filhos de Israel permitir que qualquer um os assole, e ameace, só porque não alcança que a existência de Israel é vontade e querer divino?

Até para a semana

Comentários

  1. Lenny, é verdade, nunca vi um povo ser tão massacrado como os judeus. Se eles dizem A o mundo ataca, se dizem B atacados são! Se ajudam outros, porque eles ajudam muita gente e Israel ajuda mesmo em áfrica ao contrário dos europeus e americanos que só querem sacar recursos naturais, mas se eles ajudam é porque querem a simpatia dos outros, arri! Eu apoio Israel, eu apoio os judeus e eles que lutem, lutem por si e pelos seus filhos! Mana, bom artigo.

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    1. Olá, Carlitos!
      Oh, Israel a luta continua, a luta continua, continua....
      Claro que ajudam, por exemplo fizeram canais de irrigação no Senegal, para as senegalesas regarem as sua machambas e muitas outras coisas que não se mencionam porque não foram sacos de farinha atirados dos aviões para os coitadinhos dos blacks; estás a perceber o meu ponto de vista?

      Carlitos, aquele abraço, meu caro!

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  2. Olá Lenny,

    Evito usar o termo anti-semitismo porque os ignorantes gostam de manipular a palavra para o seus propósitos vis (tendo optado pela expressão "ódio ao judeu"); mas temos que admitir que o mundo é descaradamente anti-semita, principalmente a classe política que ensina as pessoas a odiarem outros.

    Os judeus "armam-se sempre em vítimas": ai sim? Vítimas que criam coisas, que constróiem coisas, que contribuem para o desenvolvimento da humanidade, que desenvolvem tecnologia sem paralelo. E mesmo assim têm tempo para se armarem em vítimas? Mas nós somos mesmo incríveis.
    A vitimização é apanágio dos árabes que clamam serem vítimas dos judeus, dos ocidentais (que eles chamam de brancos na media local), dos persas, de toda a gente. Resultado: só odeiam, só destróiem, só matam, só choram. Nada criam, nada constróiem.
    Tiremos as devidas ilações.

    Estou farta do mundo e dos seus ódios. Querem odiar-nos? Força. Vamos ver quem ri melhor no final.
    Bom post, Lenny: obrigada.

    Beijocas

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    1. Olá, Max!
      Infelizmente, os medíocres pululam a cena política e escolar e a única coisa que se pode fazer é falar contra a ignorância até que a garganta doa.
      E quem incentiva esse comportamento nos árabes é o dinheiro dos contribuintes ocidentais:UE e EUA.
      Também acho o mesmo; se querem odiar façam o favor pois "os cães ladram e a marcha do progresso judaico avança"
      Beijocas

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  3. Ó lenny, mas se foi Deus que os criou, e acredito que tenha sido pois claro, não acha que esta perseguição constante é a Sua vontade, por um qualquer motivo obscuro? E se é a Sua vontade, porque acha que isso assim é? Olhe, eu não tenho problemas com os judeus pelo contrário, acho-os muito empreendedores e trabalhadores ao contrário de muitos, logo não percebo nada disto. Prefiro os judeus aos árabes, porque ao menos aqueles não nos querem converter à força! Um abraço, lenny, a menina esteve óptima como sempre.
    JP

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    1. Olá, olá, olá...João Pedro!
      Não há motivo obscuro, a causa segundo as escrituras foram e são as prevaricações do povo escolhido: como pode um judeu ser secular se a sua génese provém do divino? Como pode um judeu querer assimilar-se se a sua força é divina? Como pode um judeu depois do sacrifício de 6.000.000 da sua etnia, escolher esconder-se nos dias de hoje? Se tem medo de ser novamente dizimado que faça a Alia para Israel, aquele pedaço de terra foi-lhes dado por Deus e não haverá homem nenhum que lhes possa negar esse direito.
      Eu sinceramente estou-me nas tintas para todas essas vozes de burro que por aí andam, desde a dita visão da Europa para o conflito Israelo-árabe até as sucessivas e falhadas negociatas promovidas pelos EUA e inclusivé a diplomacia de tachos promovida pelo quarteto UE, EUA, Rússia e NU.
      Seria lindo que um estrangeiro viesse agora dizer que tinha uma visão para reorganizar a demografia da Europa e dos EUA: bom estão os muçulmanos a tentar com a inundação de imigrantes pela Europa dentro; mas ser os ocidentais são merdosos a ponto de relegarem o sangue derramado pelos seus antepassados para que pudessem ter as respectivas nações, isso é com eles.
      Mas por Deus, os árabes não terão a Judeia nem a Samaria, nem mesmo que os ocidentais se façam num oito e durante o processo acreditem que poderão lixar Israel, na sua patética tentativa de induzir os árabes a acabarem por eles, o trabalhinho começado por Hitler: "Nunca mais".
      Por acaso sou um daqueles paradoxos pois tenho na família o ramo cristão, o esmaelita e o judeu; por isso estou completamente à vontade para falar e defender quem merece defesa incondicional pois todos os outros familiares têm um país, porquê negar esse mesmo direito aos judeus?
      Os árabes na Palestina que aceitem a proposta egípcia: Todos para o Sinai!

      Amigo, um abraço!

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  4. O mundo acha que os judeus detêm um segredo que não partilham com ninguém, essa é outra das causas. Gente ridícula mas perigosa. Am Yisrael Chai hoje e sempre!

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    1. Olá, Anónimo!
      Mesmo que fosse o caso de realmente existir um segredo por partilhar e se o mundo quer realmente saber do que se trata, a busca ou a curiosidade está sendo feita de uma maneira idiótica.
      Em Portugal diz-se "Não se apanham moscas com vinagre"
      Amén!

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  5. לֹא מֵרֻבְּכֶם מִכָּל-הָעַמִּים, חָשַׁק יְהוָה בָּכֶם--וַיִּבְחַר בָּכֶם: כִּי-אַתֶּם הַמְעַט, מִכָּל-הָעַמִּים.
    Deus desejou-vos para ele, escolheu-vos para ele, não porque éreis grande em número mas porque éreis o menor de todos os povos - Deuteronómio 7:7

    וּמְשַׁלֵּם לְשֹׂנְאָיו אֶל-פָּנָיו, לְהַאֲבִידוֹ: לֹא יְאַחֵר לְשֹׂנְאוֹ, אֶל-פָּנָיו יְשַׁלֶּם-לוֹ.
    Aos que odeiam o Senhor fá-los-ás pagar na sua cara, destruindo-os; ele não será indolente perante aqueles que o odeiam, Ele fá-los-á pagar. - Deuteronómio 7:10

    Am Yisrael Chai

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    1. Olá, Leitor Assíduo!
      O menor de todos os povos tem de se erguer e mostrar que apesar dos pesares, ele ainda é o filho da promessa o qual subsistirá sem grandes sobressaltos após cumprimento da ordem que lhe foi dada pelo seu Criador o Deus de todos os deuses: Deuteronómio 1:21
      Já basta de tanta humilhação; já basta tanta negociação furada por um pedaço de terra que é de direito israelita; o tópico Judeia e Samaria que saia já da mesa das negociações; o conflito israelo-árabe deve ser negociado por quem é natural daquelas bandas: Judeus e árabes porque em última instância os países árabes saberão como ajudar na recolocação dos seus irmãos que vivem na Palestina (Israel).
      Sim, sim Am Yisrael Chai porque Deus quis, quer e quererá que o povo de Israel viva para além dos tempos: Deus não cesserá de existir logo o povo que ele escolheu também não!
      Um abraço

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  6. Lenny, acho que está na hora de esquecermos essa gentinha preconceituosa e andar para a frente. Para além disso, é como disseste: o que é vão fazer? Especialmente quando dependem da tecnologia Israelita. Os árabes nunca constroiem nada, só lutam e se queixam da vida, acusam os outros de imperialismo mas eles são os imperialistas do século XXI! Chega, para mim chega. Mas mesmo assim, parabéns por um texto fabuloso, lenny, e muito obrigada! Deveria sair uma versão anglófona.

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    1. Olá, Cêcê!
      A Max fez-me o favor de o traduzir e já saiu no seu blog Dissecting Society: que fino, não ;)?
      Basta, mesmo! Às vezes o comportamento dócil dos dirigentes israelitas, leva-me a pensar que eles perderam a noção do perigo.
      Em Portugal diz "quem muito se baixa, mostra o rabo" porque as consequências são o desrespeito, as exigências de mais subserviência e finalmente o mundo far-nos-à aquilo que os prisioneiros americanos fazem uns aos outros nas cadeias se os judeus continuarem com essa conduta de "lay low".

      Beijocas

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  7. Lenny, vou repetir o que disse no teu post em inglês:
    Eu apoio israel e os judeus e não peço desculpa por isso! Os judeus sobreviveram este tempo todo, e estamos a falar de milhares de anos, apesar das várias tentativas de os aniquilar. Isto é admirável, eu admiro eles!
    Não sou judia mas luto pela causa judaica, nem todos os gentios estão contra vocês. Na verdade muitos de nós estão com vocês we nós abençoamos-vos porque Deus abençoa quem abençoa israel a amaldiçoa quem amaldiçoa israel.

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  8. Olá, Leila!
    Obrigada minha querida!
    Deus te abençoe e a Moçambique também; eu sei, eles sabem e nós sabemos que nem todos os gentios odeiam os judeus, mas dá-se mais voz e plataforma a esses movimentos e grupos reaccionários. As vozes das pessoas de paz são abafadas pelos agitadores profissionais e a Media facciosa.
    Os dirigentes africanos também não ajudam com o seu silêncio, as sucessivas abstenções na ONU e a sua indiferença insidiosa na hora de dizer algo contra as provocações bélicas dos árabes que resultam sempre em relatórios absurdos condenando Israel, o qual só se limitou a responder as agressões gratuitas do Hamas, OLP (AP) e Hezbollah.
    Israel não quer simpatia, tão somente deseja justiça e verdade
    Aquele Abraço

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