Guerra no Médio Oriente: Não Vou Mais em Distracções

Joana d'Arc na Batalha de Orléans - Lenepveu
Pois é; chegou o verão, aquela altura do ano em que adoro andar descalça, usar calções com aquelas t-shirts cujas mangas foram por mim mutiladas e, sentar-me nas posições mais loucas a reler os clássicos.
Encontrava-me naquele deleite, quando telefonicamente fui informada do recomeço da guerra entre os israelitas e os árabes estacionados na Palestina.


Dizendo para comigo “logo hoje, que decidi estar longe do mundo” e, muito a contra-gosto liguei a TV; e por incrível que vos possa soar, lá estavam os ditos líderes mundiais a repetir os mesmos ditos da cartilha para políticos enviesados: embora Israel tenha o direito de se defender dos ataques terroristas dos “militantes”; é-lhe pedido contenção e a resposta deverá ser proporcional.
Depois temos o show de aberrações grotescas: mulheres árabes em prantos simulados, os homens árabes aos berros apontando para charcos de um líquido ensanguentado e numa comoção ensaiada exibem corpos de crianças inanimadas (sim, ninguém no seu perfeito juízo, faz passeata com um corpo morto de um filho)
A Media também faz das suas; repetindo a mesma lenga lenga de hora a hora “Israel está a destruir Gaza; Israel já matou X pessoas e a maioria são mulheres e crianças; Israel nhanhanha; nhénhénhé; nhónhónhó” e por aí fora..

Entre a falta de verdade política, das diatribes bizarras dos terroristas árabes e da Media chiclete; senti-me aparvalhada e enojada, por nisso decidi mudar de canal para assistir a algo que não me fizesse pensar e, eis que dei de caras com o “So you think you can dance”, esfrego as mãos de contente e fiquei a ver a selecção do Top20. Antes que se completasse a escolha final dos 20 melhores, desliguei a TV; porque já estava a analizar a razão pela qual uma bailarina de alto gabarito – que supostamente foi treinada para ter nervos de aço – se desmancha a chorar porque aparentemente a sua mãe fez tudo para que ela aprendesse a dançar.

Insultei-me a mim própria por não ter seguido o meu instinto; pois jurara que jamais seria manipulada por políticos inverdadeiros, pela Media estagnada e invertebrada e, por terroristas mal intencionados.
Nós, o povo, somos diariamente bombardeados com mil e uma solicitações, com o único propósito de nos causarem letargia e, assim, de tanta canseira perdermos gradualmente o senso da inconformidade afim de, tal qual uma ovelhas ranhosas, não fazermos as perguntas certas:

  • Porque razão continuam os governos ocidentais a financiar grupos violentos que, tal qual os porcos que escorregam em pérolas, se viram depois contra nós e nossos aliados?
  • Porque razão damos santuário a cães, que mesmo gozando de todas as liberdades e garantias, estão a tentar destruir-nos a partir de dentro?
  • Porque razão o Império Otomano (Turquia) que foi efectivamente o ocupador do Médio-Oriente por mais de quatrocentos e muitos anos, não suporta o ónus da questão para com os seus irmãos na fé e seus ex-colonizados?

Telefonei à minha amiga que me perguntou se já sabia da guerra no médio oriente; disse-lhe que já havia visto. Sem mais nem porquê ela disse “coitados dos palestinianos”, sem delongas retorqui “não é? Depois do holocausto, terem agora que levar com os árabes estacionados na Palestina”; chocada rebocou “estás a desvalorizar a vida de mulheres e crianças inocentes, que não têm o mesmo poderio militar que os Israelitas”; eu contrapus dizendo “os árabes na Palestina mais os da península arábica estão todos mancomunados para dizimar os judeus, e estes devem defender-se com unhas e dentes até ao último homem, mulher, jovem e criança em pé”; ela retorquiu com “mas minha amiga, não lhes nego o direito à defesa; mas porra, destruir casas?” contra-argumentei com “meu amor, quem rapta três adolecentes e os mata barbaramente, a ponto de provocar sede de vingança e causar a morte de um miúdo árabe de 15 anos; e seguidamente aparecer o corpo de uma jovem israelita (raptada antes dos três adolescentes) todo esfaqueado e selvaticamente maltratado por um árabe “por razões nacionalistas”; que esperavam esses instigadores do mal? Chamar simplesmente atenção?”

Como demorou mais de um segundo a responder, retomei a palavra e expliquei que na Europa houve a guerra dos cem anos (que na realidade foram 116 anitos) entre franceses e ingleses, depois a dos trinta anos na Alemanha. Estas duas guerras só duraram essa eternidade, porque o povo assim o permitiu; mas, quando o povo se reergueu e sinalizou a sua canseira aos líderes políticos, tudo voltou ao normal e alcançaram-se grandes mudanças políticas, sociais e económicas.
Por isso se os árabes acham que vão humilhar os judeus ficando com a Judeia(=Judeu), Samaria e Jerusalém e ainda por cima ganhar a guerra através da provocação, de Relações Públicas, choradinhos e lamentações junto das ONGs e tretas como tais, estão enganados porque como diz alguém que eu conheço “that ship has sailed” e eu digo “não vou mais em distracções!”

Até para a semana!

Comentários

  1. É tudo uma mentira pegada! Ainda ontem vi umas imagens que os árabes diziam ser de uma criança e sua mãmã cobertas de sangue na rua a chorarem e afinal havia sido tudo encenado porque elas postaram uma foto delas a sorrirem, mãe e filho, segurando a foto falsa na mão! Quer dizer, andamos aqui a brincar ou quê? Mas o que é que esta gente quer? Eu dantes também caía na propaganda deles mas depois comecei a ver a verdade e hoje digo a israel: defende-te à vontade e acaba com essas terroristas!

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    1. Olá, Carlitos!

      Essa gente joga com os nossos valores; estes nunca foram tão explorados e espizinhados como agora: uma vergonha, digo-lhe eu!

      E essa história da resposta proporcional, quem vem a ser essa merda (pardon my french)?

      Vão exigir que os judeus perdoem 70x7 ou que ofereçam a outra face? Ridículos!

      Pois eu digo: olho por olho, dente por dente, e filho por filho; que me perdoe o Presidente Shimon Perez!

      Obrigada por ter visto a luz a tempo e horas!

      Um abraço e bon weekend!

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  2. Também não me permito a ir mais em distracções. Mas em relação a israel nunca me deixei levar porque só não vê a verdade quem é cego ou então muito idiota! Enquanto essa gente se servir do conflito entre os árabes e os israelitas como desculpa para atacar o ocidente, as pessoas só têm de se aperceber das mentiras e da verdadeira intenção dessa gente. Se houver mesmo paz no médio oriente como poderão justificar o seu terror a nível mundial? Os árabes não querem paz e não tenho pena nenhuma deles!

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    1. Olá, Carla!

      Muito bem dito, minha cara! Esse árabes são tão macabros que não me admiraria nada saber que, os corpos que exibem nas reportagens, não serão corpos desenterrados ou refrigerados para uso posterior?

      Além do mais uma boa e longa guerra (1914/18 e 1935/45), traz paz duradoira; que vença o melhor e desta vez espero que Israel vá até nao fim; desta vez que se lixe a Media, a esquerda cassetista e até esses facciosos da Liga Árabe: já chega de chove não molha; e depois ver os gajos dizer que puseram Israel de joelhos, que ganharam isto e aquilo; com os cumprimentos dos dirigentes Ocidentais.

      O Ocidente está sob ataque dos descendentes desses árabes que professam uma religião toda ela baseada na violência. A esquerda quis ser tão democrática, tão laica que enquanto perdia tempo a querer convencer-nos que a formação religiosa era uma miragem; albergou milhares de cidadãos de países árabes, concedeu-lhes cidadania e rédea solta, estes aproveitaram-se do nosso sistema, continuaram com os seus costumes, impuseram-nos a suas vestimentase até mortes de honra (que é absolutamente contra a lei para um cidadão europeu praticar o crime de paixão) e seus templos (diz-se que a Cataluña vai permitir a construção da maior mesquita da Europa; será porque o Barça está a ser sponsored pelos árabes do Qatar airways? Olha a voz do dinheiro).

      Agora aí estão os miúdos árabes-europeus a partir para os países de origem dos seus pais e avôs, para aprenderem a odiar-nos e quando regressam matam uns judeus para começar e depois tomarão os nossos países de assalto por dentro: ultrajante!

      Querida, bom fim-de-semana!

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  3. Ai, minha nossa senhora! Estou francamente cansada dessa gente, a sério que estou lenny! Mas eles pensam que nós não sabemos que eles estão a mentir? Mas eles acham mesmo que uma mãe lavada em lágrimas de dor expõe o corpo do filho morto daquela maneira ou que permite que homens o façam? Eu já não acredito em nada do que eles dizem e rezo a Deus para que guarde o seu povo escolhido: Israel!

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    1. Olá, olá!

      Ó Maria Joaquina; eu estou consigo e - como dizem os brasileiros - não abro!

      Essa gente é perigosa, facciosa e capciosa!

      Os árabes são seres desprovidos de moralidade e os seus valores não se coadunam com os nossos; percebe?

      Olhe, bom fim-de-semana, amiga!

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  4. Já sabes lenny, no que toca a israel tudo vale. Eu estou a ter um debate no google+ com uns árabes que se fazem de vítimas e vê lá que um deles até disse que criancinhas palestinianas são raptadas e mortas todos os dias em maior número do que as israelitas...OMG!!! Não há limite para as mentiras destes gajos! Pedi factos, vamos lá ver se mos dão! Obrigada por este teu artigo e que Deus te abençoe!

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    1. Hey, Naná!

      Enquanto os governantes ocidentais andam embrenhados no conflito Israelo-árabe, a Europa está a ser o ninho dos maometanos; e não tarda nada a Europa - excepto a Rússia - será um califado, a Turquia irá reavivar o Império Erdoganista expulsando os árabes daqui e reocupará os países árabes à nouveu, e nós depois de vencidos faremos como a raposa : os valores deles não são tão maus quanto isso.

      A esquerda laica será obrigada a professar o Islão; e então nessa altura lembrar-se-á do Deus liberdade que ela tanto menosprezara; e quando tudo estiver caótico e sujo, renascerão combatentes de sempre: os bárbaros dos vikings, os D.Afonso Henriques, os Castela, os Gungunhanas e por aí fora; re-expulsaremos os muçulmanos e voltaremos a ser povos livres, mas desta vez com a esquerda banida.

      Espero que Israel mande essa gente para os seus países de origem: Líbano, Síria, Iraque, Árabia Saudita, Emiratos, Líbia, Egipto, Marrocos, Turquia e Tunísia; Insha LLah!

      Baby girl, Shabbat Shalom!

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