A Verdade Inconveniente: A Palestina não quer um Estado



Tudo começou com a Resolução 181 da ONU (Plano da ONU para a Partição da Palestina): os Judeus aceitaram-na, os Árabes não. Estes últimos disseram querer “tudo ou nada” e nada foi o que obtiveram.
Pergunto, será que todos os árabes partilhavam da mesma opinião? Não, com certeza havia muitos que estavam dispostos a viver amigavelmente com os seus vizinhos Judeus, contudo os líderes políticos e religiosos árabes tinham outros planos e, deste modo, decidiram não só instigar o ódio contra os Judeus como principalmente condenar o seu próprio povo a décadas de miséria e à falta de uma nação.
Em baixo pode-se verificar o país que os Palestinianos poderiam ter tido:





O Estado de Israel foi estabelecido no dia 14 de Maio de 1948. Pouco depois o país foi atacado por cinco Estados Árabes (Egipto, Iraque, Jordânia, Líbano e Síria). Perderam a guerra, mas deram início a uma série de eventos apelidados de Conflito Israelo-Árabe. Passaram-se 62 anos, o conflito persiste e o comum dos Palestinianos permanece sem uma nação.
Porquê? Porque os políticos Palestinianos não têm interesse algum em gerir um país, uma vez que não gerir uma nação enriquece-os através dos donativos internacionais: os EUA já doaram, de 1993 até 2004, $1.3 mil milhões; a UE doou, de 1993 até 2001, $4 mil milhões...façam as contas (para mais informação, clica Aqui).

Uma das provas de que os políticos filisteus não têm qualquer interesse em governar uma nação, em administrar uma terra, é a maneira como empatam as negociações de paz ao fazer as mesmas exigências de sempre (sabendo, rezando para, que nunca se chegue a um acordo):
Jerusalém – os Muçulmanos dizem que esta cidade é o “terceiro local mais sagrado do Islão” baseados nos escritos (fabricados para propósitos político-religiosos) do grande mufti Mohammed Amin Al-Husseini e não no Alcorão (onde a cidade não é mencionada nem uma vez). Os Árabes ocuparam esta cidade, depois rejeitaram-na (ao rejeitar o Plano de Partição) e, agora, querem-na como a sua capital sabendo que isso jamais irá acontecer (nem sequer a esquerda Israelita esteve disposta a fazê-lo – Ver o Mapa de Paz de Ehud Olmert Aqui). Porque não escolhem Belém como capital?
Refugiados Palestinianos – se a AP deixasse de ser corrupta e finalmente aceitasse construir uma nação, estes refugiados poderiam de facto ter um país que pudessem apelidar de seu. Pergunto, porquê a insistência em colocar estas pessoas em território Judaico (onde o seu status jamais mudaria)? Porventura, não estariam melhor em território Palestiniano, ao qual pudessem chamar casa (gozando de todos os direitos que como cidadãos merecem)? 

A Palestina não quer um Estado porque para os seus políticos o dinheiro é como uma droga e, o povo Palestiniano, que eles deveriam servir, não passa de um instrumento através do qual angariam mais fundos para rechear os seus bolsos (fazem-me lembrar os Líderes Africanos e as suas Propagandas de Pobreza rentáveis, com a diferença de estes têm um país). Tenham vergonha, Mahmoud Abbas e gangue! Tenhsm vergonha, Ishmail Haniyeh e gangue! 


Para mais Verdades Inconvenientes conversa com o LS (Inglês).

Comentários

  1. Vejo somente telejornais sobre o assunto e pelo que expõem, as autoridades Palestinas e seus embaixadores espalhados pelo mundo, concordaram com a aceitação de 22% de suas terras como um solução para o conflito na região. Só que o povo palestino, acha que 22% é migalhas - eles querem o 'Solo Pátrio' histórico, sobre seus 27 mil km2, com Jerusalém como capital, com a volta dos palestinos refugiados e com a libertação dos 11 mil presos políticos dos cárceres israelenses.

    Acho que precisam de governantes de boa vontade, mas dizem por aí que de 2012 não passa! Sera?

    Bom fim de semana! Beijus,

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

O Etnias aprecia toda a sorte de comentários, já que aqui se defende a liberdade de expressão; contudo, reservamo-nos o direito de apagar Comentos de Trolls; comentários difamatórios e ofensivos (e.g. racistas e anti-Semitas) mais aqueles que contenham asneiras em excesso. Este blog não considera que a vulgaridade esteja protegida pelo direito à liberdade de expressão. Um abraço