Nova Política Fiscal: Governo de António Costa Induz Rapto de Portugueses?


As monarquias foram sendo abolidas na maior parte do mundo e substituídas por regimes  republicanos porque os reis não se coibiam de extorquir impostos aos seus cidadãos para financiar a sua presunção, entremeada de ganância, para além do compreensível. A taxação – como soe dizer-se – era transversal, pois nem o miserável escapava à escroquerie real. Como é óbvio, o povo cansou-se da opressão imoral e através da disponibilização de fundos e técnicas de indução utilizadas pela burguesia, os pobres foram empurrados a encabeçar movimentos populares com o intuito de pôr fim à exploração do povo pelo rei.

Com a instalação de regimes republicanos, e convencido o povo da sua imprescindível influência nos desígnios dos seus países, os burgueses detiveram o poder e controle do modo de vida dos seus ex-parceiros, os quais os haviam ajudado na deposição do inimigo comum. Os filhos dos burgueses, por pura incapacidade, não demoveram os seus progenitores da prática do capitalismo selvagem, quiça imoral, e servindo-se de um pequeno desvio a história repetiu-se: através de um Manifesto inflamável, a rapaziada veio a terreiro prenha de ideais contra natura e encabeçaram a revolta do proletariado.

Enquanto testavam e tentavam calibrar os seus delírios político-filosóficos, os filhos dos reaccionários escolheram capitães cretinos para ir dirigindo as massas e, mesmo antes que tivessem tido tempo de terminar o resultado das suas inoculações, o poder já havia caído nas mãos de gente sem visão e, desde então, o mundo tem vindo a ser dominado pelos descendentes de vis, ignorantes e invejosos: a esquerda e a sua organização a Internacional Socialista. Sabe-se que marxismo-leninismo e mais tarde o dito maoismo foram testados em grande escala na Rússia, China, Índia, Filipinas, Nepal, África etc; exceptuando o poderio militar dos três primeiros, o resultado foi: o aprisionamento colectivo do voluntarismo racional. Não se aprendeu nada com o sofrimento colectivo que foi infligido aos povos nesses viveiros marxista-socialistas-comunistas, pois tal como é em África, Portugal está sob a batuta da esquerda radical; reitero radical porque sem aquela o PS de António Costa seria irrelevante.

A insignificância do PS de António Costa é tão clamorosa que chegou ao cúmulo de ser uma marioneta nas mãos do BE e do PCP; pois vejam que los radicales exigiram que o  governo socialista se imiscuísse das contas bancárias de todos os portugueses residentes ou não em Portugal, devido a um pretenso acordo assinado com a UE e os EUA para debelar o flagelo da evasão fiscal. É do conhecimento geral que o BE e o PCP detestam tanto a UE como os EUA, e o alegado acordo internacional tem um propósito: caça deliberada à classe média que não seja esquerdista, e ao rico. Ora, a conta de qualquer cidadão português pode sofrer uma devassa desde que existam indícios de crime, acompanhada de uma ordem judicial. Então, desde quando a nossa lei pode ser suplantada por acordos internacionais?

Por uma questão de Direitos, Liberdades e Garantias, a nenhuma entidade - nem mesmo ao Fisco - lhe pode ser atribuída uma autoridade ilimitada sobre o produto do suor e lágrimas dos cidadãos nacionais; ainda mais quando neste momento o governo português na pessoa do patrão do ATA (Autoridade Tributária e Aduaneira), Fernando Rocha Andrade, atravessa uma crise de credibilidade sem paralelo, visto que o secretário de estado dos assuntos fiscais resolveu meter um vale na GALP para ir assistir à final de um jogo de Futebol. Por tudo isto, que moral tem o organismo ATA para ser o watchdog das contas bancárias dos portugueses?

A CNPD (Comissão Nacional de Protecção de Dados), independentemente da cor política dos seus componentes, deve travar este projecto do governo da esquerda radical; tem de parar esta intentona às contas ou saldos bancários dos cidadãos (disfarçada de cooperação internacional para combate ao banditismo fiscal) porque esta intromissão nas contas dos portugueses pode causar danos irreparáveis na vida dos cidadãos nacionais.

Por exemplo, em Moçambique, os raptos de cidadãos estrangeiros - inclusive portugueses - são todos planeados a partir do conhecimento dos dados bancários. Quem nos garante que os funcionários do fisco, sob coação, não entregarão dados bancários aos meliantes e provocar a desgraça de famílias portuguesas? O que dirá o PS de António Costa? Que a fé nos ajudará a ultrapassar a dor; que devemos ter esperança na polícia judiciária, a qual entretanto ficou sem o controle da Interpol e Europol porque estão sob a alçada do mesmo primeiro-ministro que criou uma disposição legal sem se interrogar acerca dos danos colaterais?

Embora António Costa pretenda distanciar-se dos pretos e preferir ser conhecido como descendente de gente queque da Índia, o certo é que tem raízes africanas: o seu pai era um comunista convicto e natural de Moçambique. Será que o próximo passo do primeiramente goês católico  e ultimamente agnóstico é nacionalizar as segundas casas dos portugueses?

Os marxistas em Moçambique nacionalizaram as latrinas; o António Costa, o chefe da claque esquerda radical está prestes a nacionalizar o sol que brilha em Portugal  e através de legislação incentivar o rapto de cidadãos nacionais.

Até para a semana

[As opiniões expressadas nesta publicação são somente aquelas do(s) autor(es) e não reflectem necessariamente o ponto de vista do Dissecting Society (Grupo ao qual o Etnias pertence)]

Comentários

  1. A lenny levantou uma boa questão porque com o nível de amiguismos em portugal já se está mesmo a ver no que vai dar: ó amigo, vê-me aí quanto é que fulano tem ou não tem, onde ele anda pelo estrangeiro etc. Não só é uma invasão de privacidade como também é um chamariz à bandidagem!

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    1. Olá, Anónimo!
      É exactamente um chamariz não só a bandidagem como é também uma devassa inusitada; porquê ir às contas dum cidadão sem que ele tenha cometido crime algum?
      Será isso uma espécie de acção preemptiva de fuga ao fisco? Quantas vezes irão à conta dum cidadão: 1 vez por ano, ou mais? Quem controla esta invasão/intromissão do partido que estiver na altura a governar o país?

      Cumprimentos

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  2. Muitos já dizem que é melhor voltar às monarquias por causa de coisas como esta! Não só estamos a ser taxados por causa do sol como também agora vão vasculhar as nossas contas? Onde fica o direito à privacidade? Bem, quando o sócrates queria pôr câmaras nas ruas para nos proteger, a esquerda gritou violação da privacidade dos portugueses mas agora apoia a maior violação de privacidade de sempre? Metem-me nojo!

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    1. Olá, Carla!
      É uma violação de privacidade escandalosa; é uma lei que irá somente servir os interesses de grupos obscuros tanto americanos assim como os da União Europeia.
      É um ultraje público, porque de cada vez que forem às contas de um cidadão, este estará sempre sob suspeita, mesmo antes que aquele tenha pensado em cometer o crime de evasão fiscal.
      O partido que estiver a governar o país, através da ATA, pode mover uma perseguição implacvável a quem quer que lhe seja desfavorável. O partido pode também passar os dados bancários a uma organização nacional ou estrangeira da qual faça parte, ou da qual façam parte membros do governo.
      Não metem nojo: a esquerda é perigosa.


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  3. Olá Lenny,

    Quase que não deixei um comentário porque este artigo já diz tudo. Portugal está a ir por um caminho perigoso e se o Presidente da República realmente se candidatou para proteger o país, agora é o momento para começar a controlar a tal "geringonça".

    Bom trabalho, querida.

    Beijocas e Shabbat Shalom

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    1. Olá, Max!
      Espero bem que o Prof. Marcelo R.Sousa ponha um travão nas políticas do BE e do PCP. É incrível o preço que o irrelevante PS está a pagar para se manter no poder: ceder a irracionalidade da extrema esquerda.

      Beijocas e Shabbat Shalom

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