Precariedade no Mali: uma Questão de Segurança Internacional

Mapa de África (do Google Images)

Estará o mundo a testemunhar um novo fenómeno geopolítico?

No passado mês de Março, o Mali viu o seu governo sofrer um golpe de estado. Depois disso, os secessionistas Tuaregs apoderaram-se de dois terços do país e proclamaram a Independência do Estado de Azawad (um território secular para os Tuaregs, que professam um mix de animismo com Islão).
Três meses após a secessão, Azawad foi invadida por Ansar Dine (os Defensores da Fé, um franchise da Al-Qaeda) que marginalizou o Movimento Nacional para a Libertação de Azawad; que se apoderou da região, convidou jihadistas estrangeiros para junto de si e, está no processo de implementar uma severa Lei da Sharia:

  •  Ouvir música e fumar em public é proibido
  • Os meninos e as meninas foram separados nas escolas
  • Os bares foram destruídos e os hotéis foram fechados
  • As mulheres têm cobrir o seu rosto, o seu corpo; e, quando saem de casa devem fazê-lo na companhia de um parente do sexo masculino
  • Os Homens que são apanhados com calças até aos tornozelos serão flagelados em público.

 Como os Tuaregs e os Malianos, de um modo geral, estavam tão divididos (no que toca à Independência de Azawad) foi fácil para Ansar Dine (um grupo organizado e unido) conquistar a região e querer estabelecer ali um Estado Islâmico.
Este assunto exige a seguinte pergunta: estão os Islamistas a começar uma nova tendência; tendência essa em que deixam os outros fazer o servicinho sujo e, depois, aparecem para tomar tudo de assalto?

Mapa de África por religião (do Google Images)

Olhando para o mapa (acima), torna-se fácil compreender a importância de tomar o Mali (um país Sufista [Misticismo Islâmico] que goza de liberdade religiosa) de assalto: a concretização do plano para Islamizar o Continente Africano. Este plano (com o selo da ambição imperialista do Irão) representa um problema de segurança, não só para África como também para o Ocidente.

A Europa não precisa de um continente africano desestabilizado e destruído por guerras civis. Se isto acontecer (e Deus nos livre disso), a Europa poderia contar com altas vagas de imigração Africana (o que certamente iria exercer uma forte pressão no sistema de Assistência Social Europeu) e, entre eles, estariam infiltrados Islâmicos para perpetrar actos terroristas contra alvos ocidentais. Os EUA iriam também sofrer os efeitos de tal cenário.
África está a começar a desenvolver-se; os Africanos estão a começar a erguer-se e a lutar por um ambiente Africano melhor; e logo, seria devastador se eles fossem atacados por forças extremistas estrangeiras (que capitalizam com a auto-comiseração e trauma Africanos, causados pela era colonial) e, fossem subjugados por Islamistas cujo único propósito é aterrorizar, humilhar e conquistar o Ocidente (via continente Africano). Tanto o Ocidente como África precisam de um plano estratégico urgente para resolver esta questão injuriosa.

Dado tudo o que aqui foi mencionado, poderemos sim estar diante de um novo fenómeno geopolítico.
O que achais?

Comentários

  1. No islam
    allahu akbar= allah maometano é grande
    No islam, não ninguém maior do que aquele allah.
    aquele allah é o maior em tudo.
    no corão, está que allah engana.
    Então,
    Se engana e é o maior, logo é o maior enganador.
    E a verdade é que é tão mas tão enganador que os muçulmanos nunca descobriram esta e outras verdades sobre o enganador e maléfico sistema maometano.

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    1. Olá Anónimo :D!

      Em que contexto é que o Corão diz "que Allah engana"?

      Anónimo, muito obrigada pelo seu comentário. Volte sempre :D.

      Um abraço

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  2. Em tudo e mais alguma coisa.
    Nem sequer há qq corão de maomé, nem uma única letra.

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    1. Olá Anónimo :D!

      "Nem sequer há qq corão de maomé, nem uma única letra."

      Como assim?

      Obrigada pelo comentário :D.

      Um abraço

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