Portugal, António Costa e a Campanha #MeToo...WTF?



Em Portugal há 2 milhões de idosos, a sua maioria tem uma pensão miserável; a produtividade continua a ser um flagelo pois, os trabalhadores andam tristes e desanimados por auferirem um salário mínimo de fazer chorar os cães (€557). 52% da população activa só paga imposto indirecto (IVA e extrapolação deste); 48% da população activa paga todos os impostos e inclusive um imposto da solidariedade imposto pelo governo.

O país está envolto numa violência inexplicável (nas escolas, nos lares e em locais de recriação); os anúncios das farmacêuticas são pura indução; as bolachas, os bolos, aperitivos, chocolates, bombons contêm substâncias nocivas (óleo de palma e outros); as Câmaras Municipais estão a extorquir os munícipes; a ex-colónia Angola disparata e ninguém lhe chama à razão.

Para o primeiro ministro António Costa Portugal é um país magnífico, pois o seu deficit é de 1,2% do PIB, valor muito abaixo dos 1,5% (previstos em alta pelo próprio governo); o desemprego é de 8,4% (percentagem mais baixa desde 2005); logo, as vozes que estão sempre a mencionar a falta de ressarcimento às vítimas dos incêncdios ocorridos desde o verão até outubro de 2017, não passam de elementos reaccionários e falhos de entendimento acerca dos benefícios que advirão para Portugal se não houver vida para além do deficit.

Obviamente que discordo da visão que o dúbio Mário Centeno e António Costa têm para Portugal; estes dois fazem-me lembrar as feministas que em nome duma dúbia decência andam a causar estragos irreparáveis entre homens e mulheres. Onde está o orquestrador que está a causar esta sangria desatada, e qual a razão pela qual as mulheres se deixam manipular?

Campanha #MeToo...WTF?

Tipos como o Weinstein são repugnantes, mas se as vítimas esperarem 30 anos para os denunciar elas deverão ser seriamente questionadas, porque relativizar um acto condenável por uma questão de conveniência é o mesmo que intermediar a actividade criminosa do prevaricador - visto que o silêncio tácito permitiu que mais cem mulheres fossem violentadas.

Ora, a minha mãe passou-me certos ensinamentos acerca dos homens que passei naturalmente à minha filha que, por sua vez, passará às suas meninas: não se dá confiança a um estranho; se um homem ou amigo de reputação duvidosa nos convida a entrar em sua casa, declinamos o convite; e não se entra num carro sozinha com um estranho. Se acontecer um infortúnio, ter calma e por todos os meios necessários atingir genitais, a tíbia e a rótula.

Não há dia nenhum que os meios de comunicação não encontrem uma mulher qualquer que numa linguagem grosseira acuse um homem disto e daquilo. 

Minhas senhoras, os homens foram feitos para caçar a fêmea e acasalar; os homens foram feitos para mandar piropos, assobiar e dizer lá as suas ordineirices: tudo bem, desde que não toquem na mercadoria; ok meninas?

As feministas quiseram incutir nas mulheres que:

  • O homem não presta
  • O homem deve-se portar como um carneirinho
  • O homem é sempre porco e chauvinista
  • As mulheres podem e devem ser feministas mas os homens não podem ser machistas. 

As feministas cimentaram a ideia de que o homem é um empecilho e por isso perante qualquer contrariedade, elas saem de casa vão à loja de objectos sexuais onde adquirem um cilindrito de borracha e...

Senhoras, se há homens ordinários e vis a culpa é das mães, ponto final parágrafo. Bem, nem tudo é mau chez les hommes:

  • Eles inventaram todo o tipo de maquinaria doméstica para nos facilitarem a vida e podermos ter tempo para o sexo (que é a solução de muitos problemas). 

Dizem-me que as feministas mais ferozes, para além da parafernália de borracha, têm cada uma uma listagem de cinquenta homens (cada um de sua especialidade) e assim conseguiram solucionar um problema que as aflige: dar cabo da concorrência. Quem quer uma meretriz quando pode ter uma feminista enrascada à borla? É por isso que não se entende porquê que os Weinstein deste mundo querem usurpar uma sessão de sexo se há por aí quem dê sem mais encargos?

Ah... se calhar antes do coito com as feministas, os coitados antes devam fingir que entendem o Das Kapital, o Manifesto de Karl Marx e Engels, o problema dos refugiados, dos diamantes de sangue, a problemática israelo-árabe-palestiniana, JStreet, BDS, Soros, direitos humanos... honestamente...what the f*ck?

Weinstein, although you are the lowest of the low, I advise you to sue those womem who waited thirty years to call you out, for due to their convenient relativism they enabled you, to allegedly harrass and rape a 100 women more.

Até para a semana

[As opiniões expressadas nesta publicação são somente aquelas do(s) autor(es) e não reflectem necessariamente o ponto de vista do Dissecting Society (Grupo ao qual o Etnias pertence)]

Comentários

  1. Essa campanha é uma merda porque não resolve nada, não faz nada pelas coitadas que realmente foram violadas e falaram sem que ninguém lhes desse ouvidos. E agora temos as "amazonas" a pensarem que vão tomar o mundo ao lixar todos os homens que lhes aparecem pela frente, com quem trabalharam e de quem se serviram para chegar ao topo! Pá, cheira tudo mal!

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    1. Olá, Anónimo!
      A mim cheira-me a estação de tratamento de resíduos sólidos.
      O Anónimo não esteja preocupado com as bocas da reacção, essas moçoilas nada farão porque sem homens nada feito e sem mulheres é igualmente uma seca.
      As mulheres que não são tacitamente vítimas devem aprender a controlar o seu medo e ir ao hospital, a polícia e se necessário à porta da Procuradoria Geral: há sempre um juíz disposto a fazer justiça.

      Cumprimentos

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  2. Olá Lenny,

    Há muito que sou contra o feminismo contemporâneo por ser uma farsa total. Não faço mais comentários acerca deste assunto.
    Portugal que abra o olho e olhe mais para os mais idosos.

    Beijocas

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    1. Olá, Max!
      Também digo, os idosos são a memória de um país.
      Shabbat Shalom, cara mia

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  3. Portugal tem muitas reformas a fazer. Não sei se essas reformas se farão ainda na próxima legislatura, mas a ver vamos. Quanto à histeria feminista: coitadas!

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