Implorar Misericórdia a Terroristas? Eis os Meus Slogans para Portugal


Após o ataque terrorista islâmico em Barcelona o povo da Cataluña declarou “no tenim por” é o mesmo que “não temos medo”, e cantou-se o 'Imagine' de John Lenon. No Domingo, houve uma missa pela paz e em Sevilha queimaram-se mesquitas. Na Media fez-se uma exposição de mulheres marroquinas e seus rebentos numa mini-manifestação contra o acto de terror islâmico, na qual se declarou a incredulidade, e um homenzinho que aparentemente é o ex-imame da mesquita local cuspiu o seguinte “Teria ido à polícia alertar as autoridades, se soubesse da radicalização da rapaziada e da preparação do ataque”; a sério?

Não-Cobardia Política I: Portugal

  • Não ter medo é bom, mas é penalizante ver tanta gente imbuída do espírito de estupidez com laivos de arrogância. Sim, não temos medo contudo quando os muçulmanos vierem à carga, recomeçaremos aos gritos, espezinhar-nos-emos no processo de fuga, e pela milésima vez choraremos lágrimas de acre pela perda de amigos, familiares ou mesmo até um filho de tenra idade. 
  • Entretanto, quando um político qualquer de esquerda (impressionante como são sempre os primeiros) vos facebookar, tweetar ou comunicar pela rádio e televisão, ver-se-ão logo os corpos (quase derrotados pela letargia) a recomporem-se num ápice como se tivessem recebido uma dose extra de dopomina; e nas mentes, que há muito vêem sendo instrumentalizadas, a palavra paz – mesmo que mendigada de joelhos – reacende-se e eis o povo a cantar os versos icónicos de John Lenon para o seu executor muçulmano.
  • Os políticos de esquerda e seus aplaudentes, em situações extremamente gravosas, são exímios em arrogantemente exibirem a sua pretensa superioridade de entendimento e, como é bom de mostrar, lá se encomendou uma função religiosa em memória das quatorze (14) pessoas brutalmente assassinadas por muçulmanos marroquinos: a cerimónia em vez de ser pelas exéquias das 14 vítimas e pela indulgência, foi cruelmente apelidada de Missa pela paz. Que paz?  
  • Se estamos em guerra, é contra o quê e quem? É por esta e por outras que os templos estão vazios; quem deseja seguir uma religião que está infestada de padrecos de esquerda armados em defensores dos mandamentos e ensinamentos de Cristo, comandados por um Vaticano cujo líder é o chefe da claque do ideal socialista? Para isso vale mais seguir um qualquer político de esquerda que se diz agnóstico/às vezes católico/ateu que sem pudor algum faz tudo por tudo para satisfazer a devassidão do povo: aborto, apologia da agenda LGBT, legalização de drogas e desprezo total pelos valores etc, etc...
  • Incêndio de mesquitas em Sevilha; de quem é a culpa? Se estamos em guerra ainda que não abertamente declarada, das duas ambas: pelo direito à transparência, os cidadãos devem ser informados sobre o procedimento; mas caso os governos europeus prefiram cimentar os direitos humanos dos muçulmanos em países cristãos, e com isto decidirem encobrir e proteger os “encapuçados magrebinos”, não vejo qual é o raciocínio de se esperar que ninguém reaja ao derramamento despropositado de sangue. Em España levam muito a sério o ditado ibérico “Quem não se sente não é filho de boa gente”.          

Nos países menos sofismosos que o nosso, perante a ameaça muçulmana, distribuiu-se ao povo um procedimento: em Inglaterra “run, protect, hide”; nos Estados Unidos da América “run, protect, fight”; em Espanha a rapaziada dita da extrema direita prefere “burn mosques, hide”.

Em memória de D. Afonso Henriques e de todos que perderam a sua vida combatendo a expansão arábica (consequentemente expulsando os árabes e seus lacaios do Magrebe) para finalmente formarem este país - que orgulhosamente amo e juro preservar com todas as minhas forças porque é a Casa da descendência do meu marido e minha - sugiro que o slogan para Portugal seja “identify, denounce, take cover, fight”.

Aviso a António Costa: o ataque de Barcelona foi precedido por uma explosão de gás numa casa; em Lisboa, no bairro de Alfama, houve uma explosão de gás num apartamento: pense bem, Babush!

Não se deve insistir num status quo funesto, nem desejar a paz, à custa da vida dos cidadãos de países que nada fizeram senão acatar a imposição de acolherem estrangeiros mal intencionados, só porque os políticos foram todos comprados e estão com o rabo preso algures no Golfo Persa. A NATO está a pensar intervir para ajudar a Suécia a debelar o problema muçulmano, pois os refugees criaram pequenas comunas designada Regiões Autónomas Muçulmanas (RAM). Quando estão com ganas de praticar o mal, vão às zonas dos naturais da terra violam meninas e meninos, fazem trinta por uma linha e depois recolhem para as suas petites comunes, cuja entrada é somente reservada aos da sua estirpe, se a polícia tentar intervir é atacada feroz e mortalmente: that is not Sweden; is it?

Não-Cobardia Política II: Israel

A minha mensagem da não cobardia política é extensível a Israel e ao povo judeu, pois a esquerda de tanto se agachar perante a Internacional Socialista, acabou por mostrar o rego e passados 72 anos após o grande churrasco organizado por Hitler e seus amiguinhos, Israel ainda anda às voltas sem o seu território completo.

O povo de Israel esteja onde estiver tem de lutar contra os seus irmãos de esquerda, visto que estes últimos ainda não entenderam a outra razão da criação do seu país. A primeira grande razão foi porque D**s nos fez guardiões eternos daquele pedaço de terra, já que os povos que por ali andavam eram moral e espiritualmente piores que os filhos de Israel (12 tribos de Jacob) e a segunda razão, não menos importante, é porque aquele é o lugar onde o Criador confia o Seu descanso. Ora, gente que foi tida como de confiança pelo Ser Supremo, gente que O tem ali quando Ele assim deseja, anda agora a mendigar pelo território que lhe foi adstrito por D**s?

Andam os judeus malucos e novamente cobardolas à espera doutra churrascada só que desta vez organizada pela União Europeia e os seus patrões muçulmanos (árabes e persas)?

O Criador fundou Israel e se o mundo quer desafiar essa evidência, instigo o povo judeu a instar os políticos vacilantes e amantes de ideais das nações, a endireitar a coluna vertebral e clamar para o mundo que a partir de hoje o procedimento para Israel é “Annexation, repossession”.

Ah...Se o mundo quiser guerra, a vitória será nossa, porque o Fazedor de Israel estará na linha da frente a gritar “pelas fronteiras por Mim desenhadas” e o povo secundá-Lo-á com “Annexation, repossession”.

Até para a semana

(Imagem[ed]: Implorando por Misericórdia - Google Imagens)

[As opiniões expressadas nesta publicação são somente aquelas do(s) autor(es) e não reflectem necessariamente o ponto de vista do Dissecting Society (Grupo ao qual o Etnias pertence)]

Comentários

  1. Olá Lenny,

    Concordo: chegou a hora de combater a esquerda judaica. Já estão a exagerar.
    Portugal tem de abrir o olho rapidamente, porque tendo 7 células na área metropolitana de Lisboa tem mesmo de se precaver senão...
    D. Afonso Henriques lutou para termos Portugal e não é agora que se vai permitir que o país seja tomado de assalto por Islamistas. Haja orgulho nacional.

    Bom trabalho, Lenny, como sempre!

    Beijocas

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    1. Olá, Max!
      A esquerda judaica, um dia entenderá o significado de "sê diferente dos filhos das nações"
      Viva Portugal, livre de tirania de qualquer espécie, hoje e sempre!

      Beijocas

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  2. Lenny, o ocidente está perdido, e a Europa em particular. E se Portugal se quiser juntar à tragédia então deveria continuar a seguir o modelito imposto pela esquerda internacional - a imigração em massa de cidadãos não-cristãos deveria cessar imediatamente, e o governo português deveria pressionar os países da MENA para receberem os seus irmãos; mas dentro do contexto em que temos uma União Euro que toma de assalto a soberania dos países, não estou a ver a Lusitânia a fazê-lo....

    Quanto aos nossos manos de esquerda, em Israel e na diáspora: vão ter o que merecem ב"ה

    Shabbat Shalom, querida.

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    1. Olá, CCG!
      É verdade, está tudo perdido! Portugal é lacaio da esquerda internacional, tudo o que ela manda é lei.
      Pressionar quem; a MENA? Não me faças rir, estão todos comprados e ponto final!
      Quando a coisa feder, aí vão se lembrar que são filhos e de uma das doze tribos: vilões!

      Beijocas e boa semana de trabalho.

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