Ataque à Soberania e Segurança Nacional Portuguesas, Coragem de Guterres


Ataque à Soberania Portuguesa Através da MEO

Ouvi dizer que a marca PT/MEO vai desaparecer das nossas vidas e vamos passar a ser Altice. Pois bem, o senhor Patrick Drahi tem dinheiro e muita falta de cultura. Meo senhor, Portugal foi invadido pelos franceses e ainda hoje existe uma expressão “jurar a pés juntos” (uma tortura introduzida no tempo de Junot); temos um fado chamado “Lisboa não sejas francesa”, portanto os clientes da MEO dizem ao senhor Drahi “MEO não sejas Altice tu és PT, MEO é Portuguesa".
Ó senhor Patrick, se quer proceder à mudanças no seu grupo, tem todo o direito de o fazer, contudo, sugiro que saia do lugar-comum - mas que cliché vem a ser este? Soyez pas Minus, si vous voulez conquerir le monde comme Cortex: changez pas le nom de notre enterprise, il est notre âmeo.

António Guterres Teve Coragem

Senhor Secretário Geral das Nações Unidas, Eng. António Guterres, obrigada por interromper o financiamento a grupos que incitam e patrocinam o terror, portanto:

V. Excelência é a mudança em que podemos crer.
Sir, you are the change we can begin to believe in
Sire, vous êtes le changement dans lequel on peut croire
Señor, vosotros sois el cambio que podemos crer
Signor, Lei è il cambiamento in cui possiamo credere. 

Portugal: Corrupção e Ameaça à Segurança Nacional

Quando se fazia grandes alaridos acerca das empresas ditas de interesse nacional, eu achava que tudo não passava de um total disparate porque tenho uma veia muito prática e quase absolutista, ou seja: qualquer investidor que adquira uma posição em empresas consideradas de interesse nacional, se por acaso for provado nos tribunais portugueses algum comportamento anti-ético, o Estado em abono do dito interesse nacional pode compulsiva e temporariamente apossar-se de tal posição e a posteriori vendê-la porque francamente o Estado é um mau gestor.

Vem isto a propósito das minhas conversas euro-afro, nas quais o meu comparsa franco-angolano estava a tentar convencer-me de que Portugal iria ser engalfinhado na senda islamista pelas mãos dos “investidores comissionistas angolanos”.

Para calar as minhas convicções político-filosóficas – por ele apelidadas de académicas – começou por alegar de verdadeira a premissa de certos angolanos, quando clamam que os milhões de dólares por eles movimentados não foram surripiados ao povo de Angola; porquanto os fundos são pertença de libaneses com ligações ao Hezbollah, de iranianos, de palestinianos (será o dinheiro das doações da UE e EUA?) e de quadrilhas islamistas radicais.

Os fundos compram tudo, e por sinal conseguiram influenciar a Sovena e a Sagres a envolver-se numa jogatana gritante com uma empresa monopolista árabe-angolana sediada em Portugal - de certo para esmagar qualquer resquício de competitividade, o tal grupo angolano sugeriu à Sovena e à Sagres que lhe concedersse total exclusividade de venda  de óleos, cerveja e outros produtos em Angola. Como a distribuição dos produtos é paupérrima naquele país, se um comerciante desejar importar via Namíbia ou outro porto de mar pelo sul, está impedido de o fazer directamente, pois ele é imediatamente direccionado pela Sovena e pela Sagres, para as garras do grupo monopolista árabe-angolano. Falou-me daquelas duas companhias, mas se calhar muitas outras e de diversos ramos poderão estar envolvidas neste consórcio estrangulador e extorsionário.
               
O investidor angolano by proxy aplica os seus fundos na compra de bens imóveis que são transaccionados em cash e aposta fortemente na aquisição posições maioritárias nos Bancos, Media e Telecomunicações com o intuito de controlar não só os movimentos financeiros dos cidadãos expatriados, espiar as conversas destes últimos, como também  de permeio enviar as informações bancárias e comunicações telefónicas dos políticos portugueses para os seus parceiros árabes.

Como diria o filósofo “só sei que nada sei” mas penso que talvez a Procuradoria Geral da República devesse investir algum tempo nestes affairs pois este país é um santuário para todos os imigrantes inocentes, os quais não devem  ter as suas vidas, ilegalmente, devassadas e espionadas por agentes estrangeiros ao serviço de ditadores corruptos amorais e quanto aos políticos, todos sabemos o quão corruptíveis eles se tornam assim que caem nas malhas da chantagem.

Em luz desta epifania, estou quase a atirar-me para os braços do proteccionismo puro e duro, porquanto a globalização está a revelar-se como o acessório perfeito para comprometer a segurança das nações.

Até para a semana
 

[As opiniões expressadas nesta publicação são somente aquelas do(s) autor(es) e não reflectem necessariamente o ponto de vista do Dissecting Society (Grupo ao qual o Etnias pertence)]

Comentários

  1. Olá Lenny,

    António Guterres surpreendeu-me pela positiva, tenho de admitir. Vamos lá ver que outros passos dará ele para revolucionar a ONU e parar com o incitamento e preconceito contra Israel.

    Quanto à MEO: ok, poder-se-ia até mudar a marca MEO (associada ao corrupto do Bava), mas remover PT de todo não está certo. PT é o código de Portugal, é como se fosse um símbolo nacional, se apagarmos isso de uma das principais empresas nacionais o que mais nos será retirado no futuro? É este o preço da popularidade de Portugal agora? A Altice deveria pensar muito bem nisto.

    Portugal tem de abrir o olho porque o que se está a passar ali é grave, e se não se fizer algo agora, no futuro, teremos situações mais difíceis de contornar (embora não impossíveis, claro).

    Bom trabalho, Lenny.

    Beijocas

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    1. Olá, Max!
      Não sou fan de Guterres, mas não está à toa na vida nem se junta a banda por dá cá aquela politiquice da cacá.
      Quando os roquetes foram lançados contra Israel e este responder a provocação, veremos se ele não cairá no lema da resposta desproporcional. Vejamos se alguém me provocar sujeita-se a minha ira; não vejo porque será diferente com os países. Enfim, a ver vamos....

      Drahi que não se arme aos cucos, isto é não é França, Suiça, Marrocos ou mesmo Israel, é importante não esquecer este pequeno axioma: isto é Portugal (PT).
      Tenho a certeza que as autoridades policiais não têm terçolhos: se aqueles outros são olheiros, Portugal tem boa vista.

      Boa semana de trabalho e, beijocas, minha linda.

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  2. Não percebo esta obsessão com angola! Não há países mais perigosos no mundo não?

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    1. Anónimo, se a elite angolana coloca portugal a perigo devido às suas ligações; as autoridades portuguesas têm a obrigação de proteger a república. Creio que qualquer país o fizesse, não?

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    2. Olá, Anónimo!
      Meu caro Anónimo, seja bem-vindo ao cantinho da acareação.
      Não existe tal coisa de países perigosos, o que existe são pessoas em todos os países do mundo que exibem comportamentos escandalosos, horríficos, terríveis e mesmo homicidas.
      Angola per si é um país apetrechado de tudo inclusive de gente que está farta de uma revolução infíndavel; gente que não quer mais sobreviver, mas sim lutar para para vencer os obstáculos da vida; gente que quer sair do ciclo vicioso e parece não saber como; gente que quer individualmente traçar o seu futuro e colectivamente elevar o seu país para patameres nunca vividos por nenhuma nação africana devido ao nepotismo, corrupção crónica e profissionalizada; Angola pode vir a ser uma potência politico-social e económica ou seja versada para o humanismo e, não para macacadas do tipo de $500,000, não importa a causa, quando existem causas mais prementes que se tivessem sido seriamente atacadas, evitar-se-ia o miserabilismo exibido pela Angola independente.

      Anónimo, eu nasci em Moçambique, país em que penso com tristeza, pois está parecido com Angola e se calhar ficará pior, pois dizem-me que muitos angolanos estão a dirigir-se para a terra de Mussa e Biqa.
      A minha obsessão é Portugal: foi de Portugal que saíu o macho que em terras moçambicanas criou o seu núcleo de mulatos ou pretos se preferir; foi de Portugal que partiu o meu marido para me encontrar em Moçambique; onde nasceu a minha filha; foi Portugal que me deu guarida quando tive que fugir da revolução marxista-leninista; foi em Portugal que nasceu o meu filho; foi Portugal que viu nascer os meus netos, logo, se brokers de estrumeira quiserem perigar o meu santúario, não descansarei até que sejam irradicados.

      Anónimo, obrigada e volte sempre, meu caro.

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    3. Lenny, minha linda, espero que não descanses até que sejam erradicados. :)
      Beijocas

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  3. A Altice está a enviar uma mensagem clara: a globalização está aqui para ficar, os globalistas estão em guerra aberta com os patriotas democráticos - i.e. os populistas.
    António Guterres surpreendeu todos, penso eu. Mas ainda bem que o fez.

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    1. Olá, CCG
      A Altice ao adquirir tão facilmente a PT beneficiou da globalização: kudos! Mas isso não lhe dá o direito de eliminar a nossa identidade. A nossa família e a maior parte dos nossoa amigos são PT por isso lutaremos pelo que é português, mesmo que, o dono da empresa seja marroquino-francês-suiço sem tacto.
      Drahi, amigo, viva a PT.

      Guterres faz bem lembrar ao mundo que patrocinar o terror, não é boa política.

      Boa semana de trabalho, bella mia.

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  4. Mana, vou tentar melhorar o meu português então. Mas guterres já fez merda, desculpa a linguagem, porque ontem acusou israel de ocupar a sua própria terra: como pode ser isso?

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    1. Olá, Carlitos!
      Guterres é do tipo de dar uma no cravo e outra na ferradura; é um fantoche da Internacional Socialista que por acaso é também liderada por um judeu confuso e lacaio de forças estranhas.
      Nunca confies num socialista católico, marxista-leninista.

      Aquele abraço, meu resistente de Moza

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  5. O guterres já fez porcaria! No aniversário do Yom Kippur o homenzinho acusou-nos de ocuparmos o nosso próprio país. Coragem my ass, ele tinha era um plano: uma no cravo e outra na ferradura!

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    1. Olá, Cêcê!
      O Guterres é um desgraçado; um lacaio, um católico burro que não entende que a sua religião tem base nos ensinamentos dum judeu, e duvido que Jesus quisesse dividir o seu país com quem quer que fosse: herança divina!

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