Afinal, Para Que Foi a 'Libertação' dos Movimentos de Libertação?



A insatisfação, indignação, ira, revolta e finalmente a revolução são a matriz do homem desde a sua existência; que o diga D**s quando no Éden se fingiu surpreendido pela aliança tríplice. Mas...

  1. Como é quantificada a necessidade duma revolução e qual das injustiças é o seu epígrafe?
  2. Em que momento se medem os prós e contras duma revolução?
  3. Quando é que os proponentes duma revolução fazem uma avaliação intelectual e psíquica das suas capacidades para liderar tamanha perturbação social? 
  4. Qual o âmago duma revolução?

Na verdade, nenhuma revolução é justa; pelo contrário, é sempre revestida de anseios de vingança; logo, é uma acção vil. Então porquê que os Movimentos de Libertação são sempre entusiasmantes, excitantes e aparentemente dignificantes?

Quando as revoluções finalmente se instalam, as pessoas sentem-se colectivamente embriagadas, pois cada uma delas presume o fim da injustiça que o apoquentava e, vai daí o cérebro acelera a produção da endorfina; o povo fica extasiado, não se lembra de reflectir sobre os riscos de tal empreitada nem sobre as capacidades dos homens que encabeçaram a sublevação, e nem tão pouco raciocina sobre o propósito de tal intenção.

Os Movimentos de Libertação são inquestionavelmente liderados por seres opressores e repressores; vendem-se como resgatadores das liberdades, direitos e garantias mas não no sentido lato, pois trazem consigo debaixo da manga um quid pro quo em que o sucesso da consolidação da luta depende necessariamente da restrição dos direitos individuais dos cidadãos. Esta norma é tão draconiana que transforma o regime substituído num quase-democrático.

Internacionalmente, os Movimentos de Libertação de índole marxista-leninista, foram a mãe de todos os fiascos:

  • a URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) acabou com milhões de esfomeados, torturados e desaparecidos/mortos; 
  • a República Popular da China está num misto de capitalismo/socialismo cujo balanço foram milhões de esfomeados e mortos apenas porque por lá o torturado depois de forçado a confessar é fuzilado; 
  • o Laos país comunista sanguinário; 
  • Cuba coutada dos irmãos Castro é uma ilha de milhões de desgraçados passivos; 
  • a Nicarágua é o horror humano; 
  • a Etiópia foi o show de esqueletos andantes nos anos 80/90; 
  • o MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) partido único que governa Angola com mão férrea, traz o país numa miséria descomunal e, o povo está vexado e carcomido pela corrupção activa e continuada perpetrada pelos dirigentes socialistas no reino do Congo;
  • FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique) clube marxista-leninista que gere a República Popular de Moçambique, a qual se encontra irremediavelmente falida e cujo povo está moído e sem perspectivas de vida porque a ladroagem do gang dirigente não tem limites.

Para que foi então a “libertação”? Qual é a responsabilidade dos negociadores e trasladadores de poder? Quem irá indemnizar moral, psicológica e civilmente o dolo causado pelos gangs revolucionários na pessoa dos povos?

É preciso não esquecer, que quando um conglomerado político decide encetar uma revolução num determinado país, os povos não são tidos nem achados e como por magia são obrigados a viver acossados numa reviravolta infindável, para que os lacaios que dão a cara encham os seus bolsos, e os bolsos do protectorado internacional  que encomendou a mudança de regime.

Sabe-se que todas essas revoluções feitas no século passado, em nome dum bem maior, não passaram de uma trafulhice de gabarito internacional através da qual se transtorna a ordem social para que se atinja o sonho socialista: destruir, arruinar, desmoralizar para que um grupo obscuro finalmente crie a sua Torre de Babel...

Até para a semana

        
(Imagem: Grigori Rasputin - Google Imagens)

[As opiniões expressadas nesta publicação são somente aquelas do(s) autor(es) e não reflectem necessariamente o ponto de vista do Dissecting Society (Grupo ao qual o Etnias pertence)]

Comentários

  1. Menina, basta olhar para os países africanos para vermos que não serviram para nada. É pena. Mas pronto as pessoas têm de sonhar, não é? Um abraço grande, JP.

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    1. Olá, João Pedro!
      Prefiro planos aos sonhos; geralmente a percepção dum sonho, faz com que se enfrentem pesadelos ao acordar.
      Todos os países que ainda persistem nas revoluções furadas: os seus povos estão na miséria.

      Um grande abraço, meu caro.

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  2. Olá Lenny,

    Já não tenho mais nada a dizer acerca da esquerda e dos seus movimentos. Já sabemos que são insidiosos, que são racistas, e tudo o mais pelo meio. Já identificámos os seus defeitos, logo agora há que identificar os passos conducentes à sua derrota.

    Beijocas e bom trabalho, como sempre :D.

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    1. Olá, Max!
      Adoro a tua resolução, conta comigo para combater o logro da esquerda: a luta continua :-).

      Beijocas, boss.

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  3. Minha querida, já não posso mais ouvir falar destes gajos, chiça! Olha, como te disse em 2015, só estou à espera que caiam todos. Shabbat Shalom!

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    1. Olá, Cêcê!
      Acredito que eles irão eventualmente cair, devido aos seus erros e dos seus ideais retrógrados; mas acredito que eles precisem de uma ajudinha: que me dizes?

      Boa semana de trabalho, minha linda

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  4. Libertação = enriquecimento ilícito.

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