Violações na Europa Permitidas pela Elite Instruída


Mea culpa, mea maxima culpa! Sim, confesso, engajei-me numa cruzada contra a esquerda internacional e a sua postura face ao problema actual. 1848 foi considerado o ano de ruptura com o establishment social; foi o tempo do carpe momentum em que se permitiu a florestação do Manifesto Comunista, e se lacrasse o desconexo como ideologia.

No tempo em que os ideais convexos foram finalmente passados para o papel, deu-se o início da codificação da esterilidade intelectual; e durante 166 anos, os seguidores do socialismo científico conseguiram corroer o mundo; daí a minha desconfiança sobre o tratado elaborado por Marx e Engels.

António Guterres, o novo secretário geral da Nações Unidas diz que os migrantes ilegais, refugiados de guerra da Síria e infiltrados de grupos terroristas que neste momento estão a invadir a Europa são bem-vindos; mas qualquer voz discordante que se atreva a apelar o seu retorno para os países de origem, é um vírus. Ninguém discordou de António Guterres; porque 4/5 da população mundial está cativa da esquerda, e a mim parece-me que se a populace é incansável na incessante busca do nada; não vale a pena estragar-lhe o seu mísero contentamento, dizendo-lhe que a sua existência é uma total perda de tempo e de energia.

A esquerda sempre se achou superior a tudo e todos; ela achou e acha-se imune a tudo, pois as suas costas são largas e bem protegidas pelo clube sediado em Londres desde o tempo de Marx e Engels. Portanto, para mim, o facto de um esquerdista intitular-se como pertencente a uma elite mesmo sendo um calhau, não é chocante (faz parte da sobrevivência do grupo); quando as políticas dum esquerdista tornam os outros estúpidos é até tolerável, é um modo de ganhar a vida à custa do suor desses outros; mas...fingir-se cego e surdo perante o flagelo físico e psicológico que as raparigas, crianças e mulheres estão sujeitas às patas dessa rapaziada muçulmana que invadiu a Europa; isto é abominável (ler artigo de Max).

Estou mesmo a ouvir um Relações Públicas esquerdista:

“Não queremos parecer racistas, não queremos incitar ódios contra os muçulmanos, o príncipe rococó e o sheikh rebuscado têm investido neste país uns bons biliões de euros; prenda-se discretamente esses desajustados e avisar a Media que não publique esses mal-entendidos, reforçando – porém - que é para não dar visibilidade ao prevaricador (um pensamento bastante apreciado por essa malta da Media) e quanto às alegadas vítimas, logo se verá”

Enquanto for o elo mais fraco da sociedade a ser violado, bofeteado, pontapeado e eventualmente assassinado está tudo certo, porque para um esquerdista o negócio dos migrantes e seu acolhimento é negócio lucrativo, enquanto que as sevícias sofridas pelo elo mais fraco da sociedade é um dano colateral controlável a longo prazo.

Eu poderia dizer que espero que não lhes bata à porta, mas aparentemente já bateu e dizem-me que a progenitora da assassinada teve compaixão do “coitado” que cometeu aquele acto incompreensível. Mas já que temos de levar com eles porque a Internacional Socialista (IS) contratou estas remessas com os países árabes e países africanos muçulmanos: à chegada devem ser distribuídos uns panfletos onde se explica que a pedofilia é crime muito sério; que raparigas, rapazes, meninos e mulheres são intocáveis. Mas se desejarem sexo, têm de pagar quem lho queira dispensar ou melhor ainda devem cortejar as refugiadas femininas.

Ó IS, sei que tentaram invadir a França e alguns países europeus com os gitanos da Roménia, Bulgária e Hungria mas foi infrutífero porque Nicolas Sarkozy esteve-se nas tintas para os vossos truques e correu com a malta dali para fora; porém, penso que a vossa próxima empreitada deva ser com índios da Amazónia e do Norte da América, será bem menos conflituoso e sem grandes despesas com alojamentos; getting my drift?

Daqui congratulo o, e agradeço ao rapaz de 21 anos que ajudou a prender o violento e malvado do eritreu que violou e agrediu uma mulher de 67 anos, em Portimão. Meninas, senhoritas e senhoras donas, ouço rumores que por essa Europa fora, a nossa classe é abusada verbalmente, empurrada, espancada e pontapeada enquanto jazem pelo chão, e ninguém mexe uma palha para vos socorrer porque além de terem perdido os valores ocidentais, deixam-se acobardar por gente que não vale nada. Está na hora de se organizarem:

  • Nunca andar sozinhas na rua, 
  • Treinar técnicas de defesa, 
  • Ter sangue frio para tirar da carteira o frasquinho com o gás pimenta para direccionar muito rapidamente para os olhos dos bandidos da violação; se o medo as paralisar, façam o favor de fazer um esforço sobremaneira de dar ordens a vossa mente para fixar a cara do meliante, 
  • Ter o número da polícia sempre à mão, pois é sempre bom lembrar que há sempre um polícia, um juiz que faz o seu trabalho, pois não têm amarras de espécie alguma, visto que o seu contrato é com o povo e não com os políticos.

Meninas, estamos mesmo numa guerra sem paralelo. Se para um muçulmano vil é justificável violar, para nós dê por onde der é imperativo que nos defendamos.

Até para a semana

(Imagem: Violação Organizada na UE - Daily Star)

[As opiniões expressadas nesta publicação são somente aquelas do(s) autor(es) e não reflectem necessariamente o ponto de vista do Dissecting Society (Grupo ao qual o Etnias pertence)]

Comentários

  1. É um assunto sério, mana. Aqui anda a acontecer coisas estranhas: as filhas de ex-presidentes andam a sofrer violência sem tamanho, uma ficou cega e outra morreu com um tiro. Há muitos muçulmanos em moçambique por isso temos de tar atentos ao que se passa aqui porque imagina se eles começam a violar as nossas mulheres também? Já acontece na nigéria!

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    1. Olá, Carlitos!
      meu caro, não sei se sabes, mas na era colonial em Moçambique convivíamos com a comunidade muçulmana sem problemas; eu cheguei a apaziguar um desaguisado ou outro entre hindus e paquistaneses e no fim ficava tudo bem, pois eramos todos vizinhos, colegas de escola e amigos.
      O cancro nos países africanos está a ser disseminado pelos libaneses em conluio com os iranianos, estes é que estão a introduzir o radicalismo religioso em África.
      Se esses maometanos usarem esse processo de intimidação em Moza: mostrem-lhes o que é Mabor+shell; está a compreender?

      Aquele abraço, resistente de Moza

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  2. Olá Lenny,

    Todo este assunto mete nojo. A falta de uma política para o Médio Oriente que preste deu azo a isto tudo. Qual é exactamente o plano para o MO? Atacar Israel, financiar construções ilegais árabes na área de controle israelita (de acordo com os acordos de Oslo, o acordo falhado que toda a gente gosta de invocar), e colocar o escudo de David amarelo nos produtos Israelitas...e...submeterem-se aos árabes. No fim, quem paga é o povo europeu.

    Todo este assunto já me cansa. Agora só estou de camarote, à espera de 2017 que vai ser bombástico.

    Shabbat Shalom, minha linda.

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    1. Olá, Max!
      Também eu estou de camarote; estes políticos vão lixar os povos europeus e talvez tudo se resolva com uma III guerra e, aí instalar-se-á uma nova ordem.
      Portugal que se acautele, é tudo o que tenho a dizer.

      Beijocas e boa semana de trabalho.

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