Lenny discute o Pior e o Melhor de 2016


De Lenny Hannah

Embora stressante, o ano de 2016, quanto a mim, foi um bom ano visto que aprendi uma coisa nova: como instruir a minha mente para a total abstracção. Max, conforme me foi requisitado, redigirei em poucas linhas o pior e o melhor do ano que está prestes a ser transacto.

O Pior de 2016 

O bombardeamento constante na Media sobre os meninos da Síria, que comunicavam com o mundo através das redes sociais, os meninos da guerra que apareciam na televisão a repetir o seu amor ao mundo e a sua provação no meio do terror de Alepo; os meninos da Síria, os meninos da Síria, os meninos da Síria, os...me...ni..nos...da...S..í..r..i..a.

A praga dos migrantes ilegais, cuja táctica é atirar uns quantos borda fora, para manipular os líderes da esquerda internacional que por sua vez inquietarão o coração dos povos europeus, para assim os meliantes que detêm o negócio “negreiro” continuarem a fazer o seu business as usual.

O Melhor de 2016

Foram as polícias europeias que nos apresentaram a mais anedótica das narrativas policiais de todos os tempos. Na Europa, todos os ataques terroristas perpetrados por mancebos doutrinados pessoal ou digitalmente pelo ISIL, Al Qaeda & Comandita, foram classificados como sendo obra de jovens desajustados com problemas de foro psiquiátrico: quel rigolade, je vous dis moi...!

Feliz Ano Novo! Bonne Anné! Buon Anno a Tutti! Feliz Año Nuevo! Happy New Year! Shanah Tovah! 
    
 Que 2017 seja mais interessante. 

[As opiniões expressadas nesta publicação são somente aquelas do(s) autor(es) e não reflectem necessariamente o ponto de vista do Dissecting Society (Grupo ao qual o Etnias pertence)]

Comentários

  1. Também já estou cansado da guerra da síria. Porquê tratar essa guerra de forma diferente das guerras em África? Os meninos do Congo, da República Centro Africana e da Nigéria não contam para nada? A Europa que se ponha a pau.

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    1. Olá, Anónimo!
      As guerras também são uma questão de moda e de preferência: discriminação bélica; não acha?
      A Europa já está a ferro e fogo com os seus "pobres refugiados".

      Cumprimentos e bom ano!

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  2. Olá Lenny,

    Realmente, a resposta das autoridades a cada ataque terrorista, este ano, foi lamentável. Se não fosse tão triste, ter-me-ia feito rir de certo. Quanto à crise da migração e a guerra da Síria: há mais assuntos com que nos preocuparmos, tais como a Coreia do Norte e a China a testarem armas nucleares para os seus clientes e para si mesmo (no caso chinês): logo, por é que estão a tentar desviar a nossa atenção destes acontecimentos fazendo o povo concentrar-se tanto "nos meninos da síria"? Não me cheira nada bem.

    Feliz Ano novo, minha cara! E que 2017 seja ainda melhor para todos nós. :D

    Beijocas

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    1. Olá, Max!
      Pão e circo, minha cara! O mundo sabe muito bem que a Coreia do Norte está a trabalhar para o Irão; a coisa da esquerda internacional é que os persas sejam um instrumento dissuasor contra a Arábia Saudita e talvez Israel: os árabes são mesmo idiotas! Quanto ao chineses, o Japão deve saber o que se passa nas traseiras do seu quintal.

      Feliz Ano Novo, boss! 2017 será certamente auspicioso para todos nós.

      Beijocas

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  3. Lenny, amiga, a menina esqueceu-se do melhor deste ano: a selecção nacional foi campeã da europa! Desejo-vos um fabuloso ano novo! Que 2017 vos traga saúde, prosperidade e muito sucesso para o Etnias!

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    1. Olá, João Pedro!
      Tem toda a razão: a selecção portuguesa foi o máximo!
      Muito obrigada pelos votos para o Etnias e a si desejo-lhe um ano novo auspicioso!

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