António Costa: Poder a todo o custo!



A minha primita que é emigrante em Inglaterra, está empregada e sem subsídios do governo de Sua Majestade, é uma jovem de 23 anos e apesar da licenciatura em Biologia, ainda vê o mundo a preto e branco; pois ela estava deveras chocadíssima pelo facto do blog Etnias não ter comentado acerca da grande fraude.

Após a leitura do dito artigo expliquei-lhe que não se tratava de uma fraude per se mas de uma desonestidade grosseira. Contudo, ela contrapôs que os leitores do Etnias, no estrangeiro, gostariam de saber que o comportamento de falsidade não era algo entranhado na cultura política em Portugal.
Eu posso afirmar que a falsidade e falsificação não, não são uma faceta cultural, nem social, nem política em Portugal; mas são um hábito adquirido dentro do Partido Socialista e fama est que António Costa usurpou o poder das mãos de José Seguro à custa de algumas intrujices, durante as primárias do PS.

Os logros do PS são sobejamente conhecidos, mas não irei por aí.
O que me surpreende é que os “independentes” que militam a favor do Partido Socialista conseguem coisas estrondosas como irem além do inconcebível para subirem nas listas do PS; por isso, hoje centrar-me-ei nas “independentes” Margarida Martins e a flausina tatuada.

Ora, eu nutria uma simpatia pela senhora da Associação Abraço, mas afinal é outra fã da obscuridade que agora vem dizer que nada sabe da história dos cartazes. Estamos a ver que se amanhã o PS lhe pedisse para defraudar os números da Junta de Freguesia, ela fá-lo-ia sem sequer questionar a intenção e o propósito de tal pedido.
Senhora Megsie Martins, os funcionários da Junta de Freguesia são da sua responsabilidade, uma vez que a senhora é a presidente da mesma; os funcionários da Junta de Freguesia de Arroios não estão ao seu serviço, muito menos ao do Partido Socialista: estão ao serviço do público. Sendo a senhora Megsie Martins a figura máxima da Junta, quando faz um pedido a qualquer um dos funcionários, é normal que eles acedam, tal como a senhora acedeu à cupúla do Partido Socialista, mas com uma diferença: se a senhora respingar perante o PS é logo corrida embora possa mudar de partido. Mas os funcionários da “sua” Junta não se podem dar ao luxo de fazer o mesmo, porque se respingarem consigo incorrem em processo disciplinar e provavelmente o despedimento.
Por isso não venha agora fazer-se de novas. A Megsie é tão culpada da exposição pública dessa rapariga como o Partido Socialista, com a agravante de estar a incorrer no crime de abuso de poder. Senhora Megsie, a mim parece-me que a palavra consequências é-lhe sem significado.

Nos ditos cartazes do Partido Socialista lê-se “Não briquem com os números, respeitem as pessoas”. A flausina tatuada outra “independente” gosta também de dizer chavões aminados com voz de choro e indignação deslocada; um comportamento bizarro que a fez subir no ranking dos eligíveis do PS para as próximas eleições.
A propósito da taxa moderadora a ser cobrada a quem pretenda fazer um aborto, na sua intervenção parlamentar contra a medida, a flausina tatuada entrou em modo apopléctico ao pronunciar incongruências que não lembram nem a um esquizofrénico disfuncional.

Caras leitoras, não sei, nem quero saber quais os motivos que levam uma mulher a recorrer à prática do aborto, mas com certeza que haverá sido uma decisão pensada e ponderada: tudo bem, eu aceito mas não compreendo, portanto acho que as mulheres que absolutamente tenham de passar por tal processo, devem aceitar que pessoas como eu que têm um impedimento intelectual sobre o aborto, se recusem a contribuir para algo que lhes agrida o espírito.
E esta minha posição não é de foro moral, primeiro porque nas escrituras sagradas não há nenhuma referência ao aborto, segundo porque não me faz espécie expurgar o mundo dum tipo vil através da pena capital e, finalmente porque quando a minha prima já falecida, vítima de cancro (45 anos, dois filhos menores e sem marido), nós tivemos que pagar €20 de taxa moderadora; então porque razão um aborto é merecedor de desconto e o cancro não?

Quanto aos cartazes dos socialistas, por favor não se deixam impressionar nem alarmar com os números porque é tudo muito relativo. Por exemplo, se estás desempregado em Portugal e tens a chance de trabalhar na África portuguesa a ganhar $5.000 (por seres um trabalhador qualificado) ou mesmo nos países da União Europeia; qual é o problema? As saudades de beber uma super bock, uma sagres, comer couratos, farinheiras, chouriço de sangue, broas de mel, pão de Mafra, barriguitas de freiras, sopa   à lentejana, açorda de marisco, farturas, caldo verde, sardinhas assadas, fazer xixi no canto do prédio, escarrar na rua, são um imperativo que te impeçam de ir fazer pela vida?

Diz o Partido socialista que há 220.000 desempregados (supostamente) como aquela moça do cartaz, só que mais uma vez tudo é tão subjectivo, senão vejamos: há 220.000 brancos desempregados? Ok, então onde está o cartaz com todos os jovens portugueses licenciados de todas as cores que estão na verdade desempregados? Será que no PS há uma fixação com a flausina tatuada, para exactamente escolherem uma rapariga que faz lembrar aquela fulana fingida?

Meus caros, como povo e verdadeiramente detentores do poder, não nos podemos deixar manipular pelos políticos; se estes têm um trabalho é porque nós lho facultamos e depois não temos inteligência militar, logo compreendemos e sabemos que existe uma coisa que nem sempre é imediata mas que sempre chega, e nos morde os calcanhares: ou seja, acção/reacção e causa/efeito - falo de um conceito conhecido como consequência.

O PS deveria ter vergonha de propalar estes números porque a languidez que se entranhou nos ossos do povo português, a dívida que consome o país e finalmente o desemprego sem fim à vista são culpa das políticas do governo socialista de José Sócrates, do qual António Costa fez parte - antes de sorrateiramente fugir para a presidência da Câmara municipal de Lisboa, da qual recentemente fugiu para se candidatar a primeiro ministro de Portugal como goês católico.

Portugueses, estejam em alerta e deixem-se de balelas: sim, este governo tomou medidas drásticas sem precedentes; sim, teve de governar só com o intuíto de nos tirar da bancarrota; porque se Portugal está consequente, a culpa é do Partido Socialista que pensou que pudesse governar este país inconsequentemente.

Até para a semana


(Imagem: Outdoor Desemprego do PS - Observador)

Comentários

  1. Hihihihi xii, mas este costa é mesmo sapateiro! Hihihihi Usaram a cara da mulher, que está a trabalhar, para dizer que ela tava desempregada? tchêee, que vergonha! Nem mano guebuza faria isso. Lenny, tou contigo nisso do aborto, se as senhoras quiserem fazer isso elas que paguem a operação! Aqui se querem tirar vão ao curandeiro e ninguém paga por elas, elas é que pagam por si, por que nem toda a gente concorda com isso, né?

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    1. Olá, Carlitos!
      So Moza is ok; right?
      Como diria um dos compadres de uma novela brasileira "Como de facto é mesmo". Ninguém as está a impedir de fazerem as suas coisas; se precisam de o fazer: paguem!
      O Costa pensa que é o rei da cocada preta, mas desta vez saiu-lhe o tiro pela culatra.
      Aquele abraço!

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  2. Hoje em dia, à esquerda, reina a política Nazi: mente em grande, mente por longos períodos do tempo e a mentira transformar-se-á na verdade. Sim, senhor! A Isabel Moreira subiu no ranking do partido socialista, então não se vê porquê?

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    1. Olá, Anónimo!
      Lamechices atrás de lamechices é o que essa rapariga faz: é um nojo!
      O Partido Socialista está em falência intelectual quando sente necessidade de recrutar independentes do calibre da flausina tatuada e da Margarida Martins; é um descalabro constatar-se que, o maior partido da oposição já não sabe fazer uso da razão para abordar assuntos que ao fim e ao cabo são de interesse nacional: sinais dos tempos...
      Obrigada pela sua colaboração e cumprimentos

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  3. Olá Lenny,

    O PS não poderia ter ido mais baixo do que isto - o que virá a seguir?

    O governo fez muito bem em emendar a lei do aborto. Li que as deputadas começaram a gritar no parlamento quase histéricas mas pergunto-lhes: será que só quem mata bébés (sim, porque não tapemos o sol com a peneira - abortar = matar um bébé) é que tem direitos? Quem não concorda com a matança em série de infantes tem de contribuir por meios contributivos para esse crime moral? Onde ficam os direitos dessas pessoas? A esquerda faz-me rir mas Kudos para este governo no que toca a este tema.

    Muito bem, Lenny.

    Beijocas

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    1. Olá, Max!
      Bem-vinda, querida!
      Falsear os resultados nacionais é o que se segue.
      Pelo comportamento das ditas mulherzinhas parecia que o governo havia revertido a lei do aborto, criminalizando-o; tais "gritos e ranger de dentes" foi no mínimo patético e inadequado para um legislador; aquela conduta foi típica de amigalhaços que se encontram num bar e cujo debate de ideias acaba numa arruaça, pois estão todos ébrios: desconcertante!
      Minha cara, a esquerda está em ruína!
      Beijocas

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  4. Xii mas é moda? Também li que em inglaterra fizeram o mesmo! Isto quer dizer que PS e o governo de UK usaram a mesma empresa de marketing? Hahahahahaha
    Isso do aborto: como mulheres podem defender em público a matança de crianças? Essa mulher que gostar de mostrar o corpo a toda a gente, ela trabalha mesmo no parlamento, não é troça isso? Xii anyway, ela não tem vergonha de querer fazer das mulheres assassinas, será que ela matou uma criança e agora quer fazer norma disso para se sentir menos culpada? Não compreendo, lenny!

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    1. Olá, Leila!
      É a globalização minha cara!
      A pobrezinha deve ter ouvido um piroco malicioso do tipo "És tão sexy"
      Não estou a afirmar coisa alguma nem a fazer juízo de intenções; mas quem já o fez diz que não se esquece nunca.

      Aquele Abraço

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