ONU, UE, África, Brasil et al: Reunião Formal Hipotética


Primeiro que tudo: Jesus Cristo não é um profeta, é o filho primogénito de Deus feito homem. Para os cristãos esta é uma verdade absoluta, que não pode ser escamoteada pelos escritos do Alcorão.
Desde logo, gostaria que os jornalistas ocidentais (cristãos ou ateus) corrigissem os seus convidados muçulmanos quando, na sua assustadora ignorância, clamam que Jesus está no mesmo patamar que o profeta Maomé. Este, sem dúvida, foi uma criatura de Deus tal qual o profeta Jeremias, Isaías etc...

Os cristãos, como é sobejamente conhecido, entraram na fase anal no século XII tendo saído dela somente no século XIX. Enquanto o povo estava ocupado com o cheirete do seu rabo, a inquisição incinerou mais ou menos 4.000 pessoas em praça pública.
Os muçulmanos há mais de uma década que estão na fase anal; tendo já matado mais de 500.000 pessoas com IEDs, VBIEDs, com AK47 e à catanada.
Os inquisidores impunham conversões às minorias (Judeus e muçulmanos) em territórios católicos. Quem não quisesse aceitar Cristo, como seu salvador, era forçado a partir com quase nada. Os Islamistas fazem o mesmo, forçam conversões mas, em caso de recusa em aceitar Maomé como seu profeta, as pessoas só têm uma opção: violação seguida de morte.

Quanto tempo durará a fase anal dos muçulmanos? Sinceramente, a mim não me faria diferença alguma se a matança se circunscrevesse aos países Árabes e muçulmanos; mas não é o caso, e como prevejo que sejamos todos massacrados pelos “black and brown boat people” coadjuvados pelos seus irmãos que, por aqui, gravitam; uma reunião formal deverá tomar lugar já, com os seguintes participantes: África, Brasil, Austrália, Canadá, China, Liga Árabe, ilhas das Caraíbas, Índia, Israel, México, UE, ONU, EUA, Rússia e seus satélites; para que se estabeleçam parâmetros vinculativos sobre como abordar e eliminar ameaças absurdas.

Debate hipotético algures 
ONU: Meus senhores e minhas senhoras, está aberta a sessão extraordinária sobre o terrorismo religioso.
Liga Árabe [após um burburinho]: A ordem de trabalhos é uma declaração insensível e hostil.
O trio (empata f*das, Rússia, EUA e China): Vamos todos a ter calma, como quereis então nomear esta guerra contra os infiéis?
Liga Árabe: A ordem de trabalho é 'como aplacar o grito de revolta contra os quinhentos anos de opressão ocidental sobre as nações Árabes'; é disso que se trata, nada mais.
O trio: A ordem de trabalhos é 'como financiar os países Árabes assolados pela violência bárbara sobre populações inocentes, perpetrada por jovens sem educação e desempregados'.
Dupla Résistance (Canadá, Austrália): O quê? O chefe do Boko Haram tem curso universitário (saudita, mas tem); Anwar al-Awlaki tinha curso feito em Colorado State University; Ibrahim al-ASiri tem curso universitário (saudita); um dos terroristas que atacou a universidade de Garissa era advogado, o underware bomber era universitário (filho de um banqueiro na Nigéria), e os soldados têm todos formação liceal.
Grupo Lunático (Brasil e África do Sul): A matriz que induz a violência tem de ser entendida; afinal como nos nossos países o ocidente interferiu grandemente. Por exemplo, no Brasil os Estados Unidos patrocinaram governos militares que oprimiram, prenderam, torturaram e mataram opositores e, eu sou uma das sobreviventes desse regime apoiado pelos americanos. [África do Sul] Já no meu país, os bóeres (réstia da colonização britânica) criaram o apartheid e massacraram o povo negro sem precedentes. Todo o mundo viu isto e pouco ou nada fizeram. Por isso é preciso não começar a invadir países e, fazer guerras porque tal só piora as situações criando mais bolsas de revolta e refugiados, tal qual o povo da  Palestina.
Os observadores (Índia, México e Caraíbas): Os Árabes na Palestina não estão na ordem de trabalhos, temos de ser assertivos se queremos chegar a alguma conclusão.
UE: Quanto a esse assunto nós temos uma visão - Israel continuará as negociações, e entregará os territórios ocupados (Cisjordânia) com Jerusalém-Este, como capital do povo palestiniano. Pensamos que neste assunto podemos contar com o apoio de todos.
Grupo Mole (África): Bem, desde que fomos ignorados pelos europeus, as fundações árabes, muçulmanas e a China têm sido o nosso sustento. Por mais que amemos Deus e o seu povo Israel, somos obrigados a estar com quem nos ajuda - Deus sabe que não é por mal, os nossos povos precisam dos fundos para se desenvolverem.
ONU: Israel deve chegar a um acordo rápido com os palestinianos e abandonar de imediato os territórios ocupados, evitando assim dissabores para si – o TPI, sanções culturais e boicote aos seus produtos, já para não mencionar as constantes reacções excessivas às escaramuças do Hamas.

Israel: TPI? Que tal analisarem o comportamento de Inglaterra quando, em 1920, roubou 80% do território de Israel, para dar à tribo Hashim (hoje família real da Jordânia). Sanções? Não sabíamos que a política externa na União Europeia é conduzida pelos tolos do BDS (uma para-célula conotada com todos os grupos terroristas do Médio-Oriente, que recebe hawala de grupos extremistas muçulmanos e donativos de artistas ocidentais mal intencionados).
Ai a UE tem uma visão para Israel? Essa é boa! O Hitler violou-vos (e sem o roll-on da Durex), mas o que a UE está a precisar é de uma boa f*da (costumávamos pensar que seria a Rússia a dar-vos uma, mas esta infelizmente não tem imaginação) e, como não há ninguém que vos faça ver com clareza; Israel aqui e agora vai dizer qual a sua visão;
  • Deus formou, fez e criou Israel para a sua glória; 
  • Israel é o único país que é a pátria natural dos judeus. Nós iremos acabar de unificar o nosso país, mantendo a nossa capital una e indivisível em Jerusalém (a cidade do rei David, um pastor ungido por ordem de Deus). Sim, fomos desenraizados e escravizados um pouco por todo o mundo, mas agora estamos de volta; portanto a Judeia e a Samaria são parte integrante do nosso país.
  • A Palestina é Israel. Se os árabes que gravitam nela quiserem ficar sobre a lei judaica são bem-vindos, se não quiserem, façam as malas e partam para os países que os inventaram e, que partilham similitudes culturais e religiosas.
  • A Jordânia a partir deste momento já não administra o Monte do Templo aquele lugar é Israel e nenhum governo estrangeiro administra porções de terra israelita.
  • Sim, por Deus e em nome de Deus, Israel clama o seu passado cultural e religioso; sim, sofremos o cão e dentro do nosso ser, sem cessar, repetiremos “nunca mais”; sim, desenganem-se porque Israel não é mais vítima nem presa de ninguém; sim, erguemo-nos das cinzas e, declaramos perante todos vós que o “pequeno cão/o pequeno satanás/o macaco” não cederá nem mais um milímetro do seu território histórico, simplesmente para que a visão europeia  (nada mais é que uma distorção moral) destrua o povo de Israel.   
  • Não haverá mais negociações para partilha de terras, até porque os árabes que vivem em território israelita têm um estado por nós cedido - Gaza. 
China: precisamos de reflectir sobre este novo cenário [depois sussurra a Israel – faz, o que tens a fazer]. 
Rússia: Israel precisa de sangue frio, não há necessidade de endurecer as posições [depois sussurra a Israel – Quanto vais pagar pelo meu nim?].
EUA: Não há necessidade de extremar as posições, somos aliados e há que ver e compreender a outra parte [sussurra a Israel -não comprometas a América].
Israel: WTF? Isto não é sobre ti, pára com o fingimento. Que raio de amigo/aliado é esse que nos dá porrada publicamente, assinalando aos nossos inimigos que nem tudo está perdido porque os EUA dir-nos-ão o que fazer cada vez que os árabes começarem a chiar? Não nos vergaremos mais, se os árabes quiserem manipular os muçulmanos que vivem em Israel, façam-no à vontade. Od Avinu Chai! Não temos medo de nada, nem de ninguém.Os Romanos ainda se lembram bem de Masada. 
ONU: É sempre a mesma chachada, nunca se discute o assunto agendado. 
Índia: Porra para a UE, que cada vez que se vê assoberbada com os seus imigrantes muçulmanos, culpa Israel e, depois, começa a imaginar como seria enviá-los para a Palestina, só para chatear os judeus. Tal qual como gostariam de nos violentar com os paquistaneses.
Austrália: E o Brasil? Qual é o teu problema com Israel? Serão os turras na fronteira tríplice? Também lemos o relatório da Polícia Federal, tá?
ONU: É uma merda, porra que este grupo é uma merda pegada...
  
Até para a semana!


(Imagem: Abertura de sessão Parlamentar de Burgundy - Jan Coessaet)

Comentários

  1. Mas é que é isso mesmo!

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    1. Olá, Anónimo!
      Obrigada por ter passado por aqui!
      Cumprimentos

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  2. Infelizmente é a isto que se resume o institucionalismo internacional: bullying. Mas o que este artigo engraçado realça é que ainda que se reunam para falar de assuntos importantes, os políticos acabam sempre por desviar o assunto para israel! Que desgraça! Mas gostei da hipotética resposta israelita; seria bom que respondessem assim na vida real!

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    1. Olá, Carla!
      Em Moçambique costumava-se dizer que os indianos eram uns cobardes; porque nunca se sabia qual era a sua posição, mesmo que fosse para defender publicamente a sua comunidade, mas depois compreendi que talvez, o medo deles tivesse sido causado nos anos sessenta quando Salazar expulsou milhares de indianos de Moçambique, quando Neru tomou Goa, Damão e Diu à má fila. Depois houve o episódio do Uganda, quando Id Aimim Dada expulsou os indianos do seu país.
      Os israelitas também se acobardam sem razão, aquele país é deles, não há ocupação de porra alguma, o presidente Obama que vá dar uma curva mais as suas ambiguidades do tipo: Israel tem todo o direito de se defender, mas têm de sair da Cijordânia ou west bank porque são territórios ocupados: que quer isto dizer? Defendam-se sem exageros e vivam ensaduíchados entre duas facções de árabes: OLP e Hamas?
      Eu sei que Israel além dos inimigos externos tem de lidar com a esquerda traidora, mas hey... se não clamaram o que é seu históricamente e de direito, um destes dias serão estorricados pelos árabes com a conivência dos europeus (sem excepção), dos Estados Unidos da América, países asiáticos muçulmanos, China, e maioria dos países africanos.
      O Papa João Paulo II disse aos jovens " Não tenham medo", faço minhas as suas palavras e digo : Israel não tenhas medo, o anti-semitismo, o holocausto e o disseminação pelo mundo como escravos e cidadãos de segunda categoria são notícias passadas e sentimentos velhos; bola para frente que atrás vêm mais israelistas com direito a um país seguro, forte e vigilante.
      Como diria o Variações: Não te cuides não, vais ver onde vais parar..."

      Aquele abraço

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  3. Olá Lenny :D!

    LOL LOL LOL adorei a reunião hipotética.
    No entanto, adorei ainda mais as nuances contidas neste texto:
    1- a desresponsabilização crónica dos países árabes.
    2- a vitimização e desvio de tema dos brasileiros (PT) e sul africanos (ANC).
    3- a mudança de posição da Índia em relação aos árabes da Palestina.
    4- a sabedoria do Canadá e Austrália.
    5- a incapacidade da ONU para manter a ordem mundial.
    6- o pragmatismo da China e a corrupção russa.

    Quanto a Israel: rezo todos os dias por uma mudança de comportamento. Está mais que na hora.
    !כמובן, עוד אבינו חי

    Beijocas e bom trabalho

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    1. Olá, Max!
      Espero que Israel deixe de ser o palhaço do mundo e, comece a agir como um país que se preze.
      Essa porra de soft diplomacy ou power é improdutiva e nojenta, visto que não se chega a lado nenhum: ganham sempre os corruptos e os que gritam mais alto clamando direitos territoriais inventados.
      Deixar-se espezinhar e sujeitar-se à humilhação extrema é degradante até para um cão, quanto mais para um povo tão bravo que, há milhares de anos está para ser aniquilado sem sucesso.

      Beijocas

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    2. Muito bem dito, Lenny.
      Shabbat Shalom!

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