PS: O Plano Económico e Apoio às Políticas de Imigração da UE


Esta semana trago-vos dois assuntos muito interessantes mas quiça irrelevantes: as teoréticas económicas do PS e a mortandade nos barcos negreiros controlados por islamistas do Médio-Oriente.

1º- Economia é a ciência que trata da produção, distribuição e consumo das riquezas de uma nação.
Que tem o acima descrito a ver com as medidas propostas pelos economistas comissionados pelo Partido Socialista?
Eu sempre pensei que a Economia fosse mais uma disciplina do ramo das Ciências Políticas, mas que se servia da matemática para se dar ares de grandiosidade; no entanto, não passa de um jogo de adivinhação e subjectivação.

Ora, aposto que o líder socialista terá dito:
António Costa: para ganharmos as legislativas, temos de convencer o povo de que não somos o mesmo de sempre.
Murtosinho: diga-me a sua ideia, e eu disseminá-la-ei.
António Costa: quero que o povo saiba que as nossas promessas são de pedra e cal.
Murtosinho: nem todas as promessas são para se cumprir. 
António Costa: disparate! Arranje-me alguém que comprove cientificamente que as promessas do PS são factíveis.
Murtosinho: mas, senhor Secretário....
António Costa: nem mas, nem meio mas, faça o que lhe digo!

E pronto, assim terá surgido o grupo de economistas liderado por Mário Centeno a compilar o dito estudo ciêntífico cujo único objectivo é dar credibilidade às promessas que rechearão o programa eleitoral do PS.
O que há de errado nesta concepção? Tudo!
Porque embora a Economia lide com a frieza dos números, tal como a política, é mais uma arte baseada em pressupostos, pois esquece-se da imprevisibilidade da pessoa humana.
É por isso que o resultado sapiencial de tal grupo foi: é possível atingir, mas é improvável que se consiga; isto é, derrapa num ano e melhora noutro, torna a derrapar e, para estancar as derrapagens, é preciso investir em grupos de burrice para instruir o Estado.

2º- A história dos barcos negreiros vindos da Líbia são a apóteose de que a escravatura da carne preta terminou o seu interregno.
Sim, sabemos que os “escurinhos” – como diria a minha primita – são trazidos para a Líbia, grande porto negreiro, após uma aturada recolha nas variadas zonas mais ou menos conflituosas: Médio-Oriente e países africanos assolados por matança religiosa, i.e. muçulmanos perseguindo “infiéis”.
Sim, sabemos que os negreiros hoje convencem os escravos a pagarem a sua passagem para a morte; sim, sabemos que quem está encarregado de receber os desventurados é la bella Italia; sim, sabemos que esta protesta mas ninguém quer saber porque dá-se-lhe uns tostões aqui e acolá e, lá se acalmam os romanos.

Mas qual é o verdadeiro propósito desta massiva e obssessiva entrada dos pseudo-destituídos na Europa?
É porque a coisa pode literalmente ficar preta por estas bandas, pois na semana transacta algo inaudível aconteceu: muçulmanos jogaram borda fora uns quantos cristãos; então qual é a real intenção dos negreiros árabes e muçulmanos em geral?
Mudar a composição racial europeia? Não me parece factível.
Então é o quê? É o que todos sabem mas de tão acagaçados com a perspectiva, toca de fazer reuniões informais em Barcelona e toca de fazer reuniões de urgência para discutir a imigração clandestina: what the F*ck?
Será que os políticos europeus são tão cobardes quanto estúpidos? Será que ainda não viram que os negreiros libaneses e seus comparsas islamistas assassinos pretos estão a introduzir na Europa, grupos de criminosos e homicidas para poderem atacar o grande, médio e pequeno cães de dentro para fora?
Vão os cidadãos europeus assistir a este futuro terror de braços cruzados?
Perguntar não ofende!

Até para a Semana

Comentários

  1. Olá Lenny,

    Li por alto o programa económico do PS. Vi algo como um subsídio para o "trabalhador pobre": esta medida é a medida da preguiça (já que é mais fácil distribuir fundos dos contribuintes do que negociar com o patronato e os sindicatos o aumento do salário mínimo para €1.000; o patronato por sua vez fica feliz com esta medida porque assim não tem de investir mais no seu principal capital que é a mão de obra da sua empresa; e mais, após o incremento ao salário do pobre trabalhador...quanto é que ele terá de pagar de imposto? Ao complementar o seu salário com o subsídio não incorrerá num aumento de rendimento? Ou o subsídio está isento de imposto? Não sei...demasiadas perguntas e poucas respostas. Tenho de pesquisar mais). Mas já sabemos que as novas medidas do PS nos custarão 460 milhões de euros, não é? Onde vamos buscar esse dinheiro?

    Quanto à imigração ilegal: a escravatura ainda não acabou, mas gostamos de pensar que sim só porque do nosso lado do mundo já não é aceitável. News flash: no mundo árabe é super aceitável; na verdade, foram eles que ensinaram aos ocidentes como escravizar gente.
    A Europa tem de tomar medidas sérias, senão vai para o brejo...como já tantas outras vezes no passado.

    Bom trabalho.

    Beijocas

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    1. Olá, Max!
      O programa do PS é uma charada, é um documento com conteúdos incertos e duvidosos. É um plano cuja finalidade é o desbaratamento de fundos: nada de novo.
      Quanto ao subsído para o trabalhador que não consegue sair da pobreza; já estou a ver a maioria dos portugueses arranjar um trabalhinho como caveiros flipados - musica do DJ Malvado - para poderem receber o subsídio complementar. Se pagará algum tipo de imposto , não tenho a certeza.
      Se tiver que pagar algo; qual terá sido o propósito do exercício macabro?
      O PS vai transformar Portugal num país estranhamente redudante: por um lado, trabalhadores com formação universitária e por outro lado, trabalhadores sem especialização. Correcção, serão trabalhadores especializados em subsídios de complemento salarial anual. subsídio de pobreza vitalícia, etc...

      Beijocas

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  2. HAHAHAHA "escurinhos" essa tua prima, hein? Mas olha, a Europa vai de mal a pior e eu só digo uma coisa: pisguemo-nos, povo!
    É uma vergonha que se possa atirar cristãos pela borda afora só porque são cristãos e ninguém diz nada? Tudo o que fazem é correr para mais uma reunião, comer pasteis, tomar café, dar beijinhos e depois vir com soluções da treta tipo "pôr barcos a controlar o mar, dar mais recursos ao Frontex, controlar o fluxo imigratório"...controlar?!!! UAU!
    Meus amores, bom trabalho. E vou acabar de celebrar o dia da independência de Israel: 67 anitos!

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    1. Hey, hey, hey...!
      Ela é muito engraçada!
      Os cristãos são carne para canhão minha cara: dizer alguma coisa seria o mesmo que importar-se e isto é inadmissível.
      Frontex? Mas o Sócrates não inventou um simplex que ficou complicadex? Tipicamente europeu inventar nomes mirabolantes e depois deitar-lhe dinheiro em cima.
      Parabéns à Israel e viva o seu povo!

      Ciao

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  3. Pronto, o PS já está a planear arrastar-nos de voltar para o buraco. Bonito!

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    1. Olá, Anónimo!
      Só iremos para o buraco, se nós eleitores formos fracos do juízo.
      Eu graças ao bom Deus tenho uma memória espectacular; não me esqueço, por nada.

      Cumprimentos

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  4. Para que é mesmo que o estado precisa de um centro de competência? A mim parece-me que seja mais um tacho para os boys. O PS nunca muda, é incrível!
    "Restrições de acesso a apoios sociais" - ok, mas depois querem criar o tal "Novo Complemento Salarial Anual" mas isto não é um apoio social?
    "Eliminação da sobretaxa do IRS" - isto para a esquerda caviar, leia-se os ricos de esquerda? Porque não me parece que o PS fosse fazer favores aos ricos de direita. E mais a sobretaxa do IRS não era para acabar de qualquer maneira por ser temporária?
    E as outras medidas que nos custarão os olhos da cara, de onde virá a bofunfa?
    Obrigada, lenny, por este post!

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  5. Olá, Celeste!
    Sim, a sobretaxa em sede de IRS é uma medida de austeridade temporária; pressupondo-se para aquela um fim; o PS é um falacioso e os economistas do PS querem distribuir o que não foi ainda produzido.
    O novo complemento Salarial Anual não é um apoio social, é um subsídio para complementar o aumento da miséria.
    Com tanta derrapagem e aumento da despesa orçamental, porque não aumentar de uma vez o salário para €1.000? Assim todos pagariam impostos ( escalão mínimo) e aumentaria na mesma o consumo, logo não haveria necessidade de arrombar os parcos fundos da fazenda pública, que é suportada somente por alguns pagadores de impostos.
    O governo que baixa o IRC, e instrua ( sem necessidade de criação de grupos de trabalho) o patronato a colaborar para o bem estar dos seus trabalhadores.

    Beijocas

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  6. Ai lenny, ainda me lembro que o sócrates arruinou este país! E agora o seu Delfim quer fazer o mesmo?
    Valha-nos o Senhor nosso Deus, porque só Ele nos pode livrar! Amén

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  7. Olá, Maria Joaquina!
    Amén, minha amiga, Amén!

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