Legislativas 2011 - Governo PSD vs Governo PS


"O Legado Socialista: uma Tragédia Nacional, um País à beira da bancarrota"

Infelizmente é bem verdade. Entre 1986 e 1995 Portugal viveu o "Período de Ouro" em que se sentiu o crescimento da economia Portuguesa; em que se executaram ajustamentos económico-financeiros que se traduziram na correcção do dívidas e défice públicos; em que se concretizaram reformas estruturais que conduziram à consolidação da economia do mercado. 
Em 1995, o Governo PSD (de Aníbal Cavaco Silva) deixou o país num período de expansão económica (que se fez sentir até 2001) antes de passar a pasta ao Governo Socialista (de António Guterres). Este, não só fez decair a produtividade no país e desorganizou as finanças públicas, como também esbanjou a riqueza gerada pelo Governo PSD (soletremos todos: R-e-n-d-i-m-e-n-t-o M-í-n-i-m-o).

Para quem tem dúvidas quanto à prestação do Governo Socialista, nestes últimos 6 anos, esqueça a propaganda barata da Esquerda e olhemos, em conjunto, para os factos: 

1- O pior crescimento económico médio dos últimos 90 anos, e um cenário futuro de fraco potencial de crescimento;´

2- Divergência dos níveis de vida relativamente à média europeia;

3- A maior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego já ultrapassa os 11% e tende, infelizmente, a continuar a aumentar: 
a. 620.000 desempregados
b. +300.000 desempregados de longa duração
c. 30.000 jovens desempregados à procura do primeiro emprego;

4- A segunda maior vaga emigratória dos últimos 60 anos, incidindo, sobretudo, sobre jovens de elevada qualificação e representando a maior fuga de cérebros de toda a OCDE;

5- Um Estado com uma dimensão excessiva para o nosso nível de riqueza, cujo peso (directo e indirecto) já ultrapassa seguramente os 55% do PIB a nível do conjunto do Sector Público Administrativo (SPA) e do Sector Empresarial do Estado (SEE) e das PPPCs;

6- A Despesa  Pública  Corrente  Primária (DPCP) (= a despesa pública antes dos juros da dívida e das despesas de capital), anteriormente à crise em 2007 já estava  próxima dos 38% do PIB (um valor de 64.400 milhões de euros) e em 2010 atingiu os 42,4% do PIB (um valor de 73.500 milhões de euros);

7- A proliferação de organismos à margem das Administrações Públicas tradicionais. Em 2009, tínhamos 13.740 entidades públicas que recebiam dinheiros do orçamento, das quais apenas 418 eram controladas pelo Tribunal de Contas;

8- A Carga Fiscal (impostos directos, mais indirectos, mais contribuições para a Segurança Social) agravou-se substancialmente, também ainda antes da crise, penalizando o rendimento disponível das famílias e a competitividade das empresas; e determinando um esforço fiscal relativo, em paridades de poder de compra, 20 pontos percentuais acima da média da UE-27 (base 100);

9- Portugal está entre os dez Países mais endividados do mundo, em todos os indicadores possíveis: 
a. As responsabilidades face ao exterior (passivos da PI) situam-se próximos de 290% do PIB (em que se salienta a dívida das instituições monetárias e do Estado), a maior dos últimos 120 anos;
b. A dívida pública directa do SPA caminha para 100% do PIB, e é a maior de sempre;
c. A dívida pública indirecta do Estado, através das empresas públicas não financeiras, atinge já os 27% do PIB, em que o sector público e dos transportes representam um quinhão de 10% do PIB (respectivamente 46.800 milhões de euros e 17.000 milhões de euros);
d. O volume dos encargos derivados dos contratos com as Parcerias-Público Privadas e Concessões (PPPCs) aparece estimado, a preços correntes, para o período 2010-2030, em 60.000 milhões de euros;
e. A dívida das famílias é de cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível;
f.As dívidas das empresas atingem os 150% do PIB.

10- O défice externo (que mede o excesso do consumo do País em relação ao valor da produção nacional de bens e serviços) tem-se situado, nos últimos anos, entre os 8% e 10% do PIB (= a evolução negativa da dívida externa);

11- A taxa de poupança nacional bruta tem vindo a ter uma queda acelerada. Em 1995 era de 20,2%; em 2000 de 17%; em 2007 de 12,4%; e em 2010 de apenas 8%;

12- O financiamento da economia portuguesa está, há mais de um ano, dependente de ajuda externa. Só com o apoio do Banco Central Europeu foi possível, no último ano, manter o nível de financiamento que suportou a economia Portuguesa.

13- O Governo viveu num mundo virtual e ignorou os impactos da crise financeira internacional, desencadeada no segundo semestre de 2007. Continuou com a mesma  política orçamental expansionista, não percebendo que tinha terminado a época do endividamento externo fácil e barato;

14- O Governo acordou do sono letárgico apenas em Março de 2010, ainda que parcialmente, para o problema de alteração do contexto financeiro internacional já visível em 2008. Apresentou, desde então, três sucessivos planos de austeridade (PEC 1, PEC2 e PEC3) que falharam rotundamente nos seus objectivos.
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Ao não assegurar a Prosperidade de Portugal os Socialistas não Serviram o País.
O PS disse (no seu programa) que a sua equipa (i.e. o próximo governo) é sobejamente conhecida pela sua competência e sentido de responsabilidade: olhando para os dados acima apercebo-me da incompetência, da irresponsabilidade, socialista e; demando-me se quererão os Portugueses acabar de arruinar o País que deveriam amar e proteger.

No Dia 5 de Junho, é necessário votar e castigar o Partido Socialista por não ter feito aquilo para que foi Eleito há ano e meio: Servir a Nação. 

Comentários

  1. É pena que pelo menos 8 milhoes de Portugueses não leiam, e se inteirem destes numeros. Viva Portugal- Victor

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  2. Olá Victor :D!

    Obrigada pelo comentário: é bem verdade que há muita gente que não esteja ao corrente dos números (ou prefira virar a cara aos factos, quem sabe).

    Esperemos que Portugal vá votar e mude o rumo do País que ama (ou deveria amar)!

    Um abraço

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